Técnico Claudemir (esq.) posa com seu grupo de corrida. Tatiane (de preto) começou a treinar buscando qualidade de vida. (Foto: Leonardo Gali)

“Sua vida muda muito depois que você começa (a correr), é uma descarga para o stress. Chega uma hora que você precisa soltar endorfina”, comenta a corredora Tatiana Baccarin, de 21 anos. Ela mantém uma média de três treinos por semana.

Endorfina é o nome genérico dado a um grupo de substâncias produzidas pelo nosso corpo e que são capazes de produzir a sensação de bem estar. Ela é liberada, após o esforço intenso de uma atividade física, na circulação sanguínea e no sistema nervoso, atuando na área do cérebro responsável pelo prazer.

Além disso, a endorfina age nos sistemas músculo-esquelético, cardiovascular, respiratório e endócrino-metabólico, aumentando a capacidade física.

Outra vantagem de correr é o aspecto psicológico. A sensação provocada pela conclusão de desafios e pela superação de limites apenas aumenta a ação da endorfina.

Existe também um lado afetivo desse esporte. Correr com outras pessoas e o contato de amizades que isso provoca também fazem parte desse lado emocional.