O projeto utilizou ao máximo a iluminação natural na casa de Rubem Höher Junior (Foto: Realiza Arquitetura)

Começar uma construção sustentável é muito mais difícil que a maioria das pessoas pensa. Mas não desanime! Fazendo um bom planejamento e trabalhando com os profissionais especializados desde o início, o projeto com certeza será bem sucedido.

Como a sustentabilidade tem a participação de várias áreas de conhecimento, a obra deverá ter a participação ativa de diversos profissionais.

O processo já começa com a escolha do terreno, que influenciará diversos aspectos da obra. É preciso também estar atento à preservação de áreas intocadas e o impacto da construção na vizinhança.

“A otimização dos espaços, a redução de fluxos, acessibilidade, modulações, projeto de desmonte, conforto ambiental”, são outros aspectos que devem ser levados em conta, comenta a arquiteta Daniela Corcuera.

Outro cuidado é na hora da compra dos materiais. Daniela diz que é essencial fazer perguntas sobre ao produto ao fornecedor. A origem da matéria prima, a energia gasta para produção e transporte, a durabilidade, se a fabricação é fabricada com condições de trabalho justas e que tipo de resíduo geram devem ser informações que determinem a escolha do produto.

O custo dessas construções costuma ser entre 5 e 10% maior que uma construção normal, mas a tendência é que os custos de manutenção sejam reduzidos. Na instalação de energia solar e captação da chuva, os custos das contas de luz e água diminuem significativamente.

Começar uma construção sustentável é muito mais difícil que a maioria das pessoas pensa. Mas não desanime! Fazendo um bom planejamento e trabalhando com os profissionais especializados desde o início, o projeto com certeza será bem sucedido.

Como a sustentabilidade tem a participação de várias áreas de conhecimento, a obra deverá ter a participação ativa de diversos profissionais.

O processo já começa com a escolha do terreno, que influenciará diversos aspectos da obra. É preciso também estar atento à preservação de áreas intocadas e o impacto da construção na vizinhança.

“A otimização dos espaços, a redução de fluxos, acessibilidade, modulações, projeto de desmonte, conforto ambiental”, são outros aspectos que devem ser levados em conta, comenta a arquiteta Daniela Corcuera.

Outro cuidado é na hora da compra dos materiais. Daniela diz que é essencial fazer perguntas sobre ao produto ao fornecedor. A origem da matéria prima, a energia gasta para produção e transporte, a durabilidade, se a fabricação é fabricada com condições de trabalho justas e que tipo de resíduo geram devem ser informações que determinem a escolha do produto.

O custo dessas construções costuma ser entre 5 e 10% maior que uma construção normal, mas a tendência é que os custos de manutenção sejam reduzidos. Na instalação de energia solar e captação da chuva, os custos das contas de luz e água diminuem significativamente.