A reforma da loja foi toda baseada no conceito do Green Building (FOTO: Divulgação)

A grife de moda feminina curitibana, Joyful, investiu na definição “estilo de vida sustentável”, com um conceito ecológico em todo o processo produtivo das peças da marca, da matéria-prima utilizada até o ponto de venda.

A loja é um caso à parte, desde sua estrutura até as peças à venda, tudo tem um pé na sustentabilidade.

“O piso é de madeira com certificado FSC, e o cimento utilizado na reforma é menos poluente. Aproveitamos a iluminação natural para o ambiente interno, além de luminárias que captam a luz solar. Os móveis e a fachada foram construídos com madeira de demolição”, explica Adilson Filipak, proprietário da loja.

Na coleção exposta nas araras, peças confeccionadas em Tencel e algodão orgânico. Para o tingimento das peças, a Joyful aposta em corante vegetal, extraído de frutos, raízes e árvores como pau-brasil, urucum, entre outras.

Como resultado, roupas que atraem o desejo de mulheres contemporâneas, de 35 a 45 anos, com consciência ecológica.

“Elas sabem da importância de adquirir peças com apelo ambiental. Mas a maioria das clientes não procura roupas sustentáveis num primeiro momento. Depois que passam a conhecer todo o processo, adotam todo o conceito implícito nas roupas”, conta Filipak.

A consumidora Ana Carolina Medeiros concorda.

“O que entendo é que, cada vez mais, as pessoas estão procurando saber de onde vêm os produtos que elas consomem, a história desses produtos, e muitas empresas estão tentando traçar suas cadeias produtivas e divulgar para os consumidores.

Um situação leva a outra. Consumidores mais conscientes exigem empresas mais conscientes. Empresas mais conscientes conversam com consumidores mais conscientes”, diz.