Nessa segunda-feira, 27, foi implantado pela Prefeitura de Curitiba o primeiro ônibus hibrido da cidade. A alguns meses atrás o Rio de Janeiro também implantou um veículo sustentável em sua frota.

Ônibus híbrido começou a circular ontem (27) em Curitiba (Foto: Joel Rocha/Divulgação)

Ônibus híbrido começou a circular ontem (27) em Curitiba (Foto: Joel Rocha/Divulgação)

Na capital paranaense ele fará um trajeto de 205 quilômetros durante o período de testes, que deve ser de três semanas. O motor desse ônibus é parte elétrico e parte movido a biodiesel. Para arrancar, o veículo usará o motor elétrico, a partir de 20 km/h começará a utilizar o biodiesel.

A cada freada a energia cinética será absorvida e utilizada para recarregar as baterias. Toda vez que o ônibus estiver parado o motor desligará automaticamente, diminuindo a emissão de CO2.

No Rio de Janeiro o lançamento do veículo aconteceu em maio, no Aterro do Flamengo, pela Coppe/UFRJ. Diferente do modelo que circula em Curitiba, ele não utiliza diesel.

O motor combustível foi substituído por três fontes alternativas, uma pilha combustível, que é movida a hidrogênio, uma ligação a um sistema de baterias recarregáveis e a geração de energia interna.

Os veículos convencionais desperdiçam a energia cinética gerada ao decorrer da viajem, na nova invenção ela é captada e armazenada para utilização nos serviços internos do ônibus.

Tem praticamente a mesma aparência do ônibus movido a diesel. Comporta 68 pessoas e inicialmente irá circular na Cidade Universitária, local onde foi criado, transportando alunos e professores.

Esse tipo de transporte tem uma aceitabilidade muito grande na sociedade. A estudante Emily Padilha, de 17 anos utiliza transporte coletivo e afirma que ter uma opção sustentável para se locomover é muito bom.

Segundo ela se tivesse que escolher entre um ônibus comum e um hibrido, ficaria com o que polui menos.

“Eu usaria o transporte ecologicamente correto, pelo fato de emitir menos gases poluentes e agredir menos o meio ambiente, principalmente na época de aquecimento global em que vivemos, devemos ter mais consciência ecológica”, explica.