As lâmpadas incandescentes comuns serão banidas do mercado em cinco anos, retiradas aos poucos. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a intenção é que elas sejam substituídas por uma versão mais econômica, já que sua tecnologia é obsoleta. As fluorescentes, por exemplo, têm um custo energético menor e fornecem mais luz.

Algumas lâmpadas incandescentes não fazem parte da restrição, como as de potência inferior ou igual a 40 Watts (W), as específicas para estufas de pintura ou secagem, e as de equipamentos hospitalares. A estimativa de economia com essa medida é, até 2030, cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano).

Mas há uma ressalva. O produto poderá não ser banido se até 2016 houver uma nova tecnologia implantada nas incandescentes para torná-las mais eficientes. Atualmente, são 147 modelos desse tipo de lâmpada no Brasil, de quatro fabricantes diferentes. O mercado brasileiro consome aproximadamente 300 milhões de lâmpadas incandescentes, contra 100 milhões de fluorescentes compactas.