O arquiteto Silvio Sant’Anna foi chamado para desenvolver um serpentário em Moçambique. A tecnologia que será utilizada é sustentável e baseada em sistemas construtivos leves em madeira.

Desenho do modelo do serpentário. Local deve incentivar pesquisas na cidade de Maputo.

A estrutura será feita com peças pré-fabricadas e placas de vedação com tecnologia americana, o que deve proporcionar aos animais o conforto térmico necessário. Além disso, o material permite uma fácil reposição quando necessário.

As funções do serpentário foram orientadas por um biólogo que faz parte do projeto e consiste em laboratório de triagem, quarentena, sala de manutenção, extração de veneno e pesquisas.

O projeto tem fomento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e levará para a cidade de Maputo as técnicas de pesquisa utilizadas no Brasil para o estudo de serpentes.