Entre os dias 04 de maio e 03 de junho, o Espaço Moda Futuro, em São Paulo, apresentará ao público a I Mostra Nacional do Coletivo Brasil, em que serão expostos e comercializados roupas e acessórios desenvolvidos de maneira sustentável. A curadoria do evento é da jornalista Danielle Ferraz e terá uma decoração sustentável assinada por Letícia Alencar.

Modelo usa peças das marcas que estarão presentes no evento (foto: Marcia Gamma/ divulgação).

O Coletivo Brasil foi idealizado pela designer de biojóias alagoana Patrícia Moura e tem como objetivo agregar e promover designers e estilistas do paós que têm na base do seu trabalho a sustentabilidade. Hoje, 22 marcas integram o movimento.

As marcas participantes são:

Patrícia Moura Biojóias, de acessórios naturais desenvolvidos com compromisso socioambiental;
Prazeres Accioly, que trabalha materiais naturais em tear manual;
Será o Benedito, marca de moda que se utiliza de materiais alternativos como lona usada de caminhão, papel de vedação para construção civil e couro vegetal, entre outros;
Maria Ribeiro, que desenvolve acessórios a partir de arame, latão e fios;
Tiê Moda Ecológica, que fabrica e comercializa roupas e acessórios de materiais sustentáveis e reciclados;
2Primas, marca que desenvolve uma moda contemporânea através dentro de processos sustentáveis;
Tiana Santos, que faz acessórios a partir da reutilização de PET;
Brilac, de bolsas e acessórios feitos com lacres de alumínio;
Heliconia, especializada em sapatos feitos com resíduos de couro de peixes como a tilápia;
Mãos da Terra, de acessórios artesanais obtidos de sementes, palha misturados a modernidade do metal;
Coisas de Maria, de bijuterias que misturam resíduos, como retalho de algodão a matérias primas rústicas e sofisticadas;
Jóias do Pantanal, de biojóias, que trabalha sobretudo com a reutilização dos resíduos dos chifres bovinos;
JS Design Sustentável, que utiliza técnica de reutilização de papel no desenvolvimento de acessórios modernos e arrojados.
Instituto Ecotece, ONG que promove o vestir consciente e as comunidades “apadrinhadas” pelo Coletivo Brasil, o grupo pernambucano Bio Artes e Mulheres de Fibra, de Trindade.

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