As lâmpadas incandescentes sempre foram as vilãs dos gastos de energia elétrica, tanto que o Brasil deixará de comercializá-las definitivamente em 2016, dentro de um programa de substituição gradativa dessas lâmpadas, que começou em junho de 2013 com o fim da venda dos modelos de 150W.

“As incandescentes sempre foram vistas como as gastonas de energia elétrica e com absoluta razão. Uma dessas lâmpadas de 60W, por exemplo, pode ser substituída por uma lâmpada compacta fluorescente de 15W. Uma economia e tanto”, exemplifica o CEO da Avant Gilberto Grosso, empresa fabricante de lâmpadas há 15 anos instalada no Brasil.

“Todavia, as incandescentes não são as únicas mal vistas nessa cruzada de economia de energia”, observa Grosso. “Um chuveiro elétrico é responsável por 25% do que o consumidor paga de conta de luz mensal, enquanto uma geladeira representa até 30% desse gasto em uma residência.”

O programa brasileiro que prevê o fim das lâmpadas incandescentes será gradativo. Em junho de 2014 será a vez da suspensão das vendas aos consumidores das lâmpadas incandescentes de 100W, em 2015 as de 60W e, finalmente, em junho de 2016 as de 40W.