Mais 5 dicas para combater o desperdício de alimentos

Por daniela meira às 14h15 de 27/07/2010

1. Em geral, congelam muito bem :

- pratos prontos;

- pães, bolos, tortas e salgados;

- as frutas da estação viram polpa para sucos naturais nutritivos;

- molho de tomates frescos refogados;

- vegetais escaldados e resfriados em seguida por cerca de 3 minutos em cada etapa (pesquise técnica de branqueamento).

2. Não congelam bem : maionese, saladas cruas, ovos cozidos, batata cozida e creme de leite, entre outros.

3. Procure colocar no prato somente o que pretende comer. Repita se necessário.

4. Prefira produtos da estação. São mais baratos e saborosos. Procure comprar produtos da região. Isto ajuda a diminuir a poluição e as perdas causadas pelo transporte da mercadoria. Não compre alface, cenoura e outros alimentos para ficarem esquecidos e velhos na gaveta da geladeira.

5. Descarte os alimentos separadamente (lixo orgânico) de outros resíduos como papel, plástico, vidro, metal e outros.

O planeta é como nós

Por daniela meira às 9h44 de 23/07/2010

Eu estava lendo um texto do professor Elian Lucci, bacharel e licenciado em Geografia e História pela PUC-SP, e achei interessante uma análise que ele faz.

Lucci diz que o nosso planeta é como nós… também sofre com doenças e ulcerações. Algumas delas são transformações geológicas, mas existem outras que são provocadas por nossas ações. Mesmo assim, ele tem uma capacidade incrível de suportar as necessidades de seus habitantes, de acordo com seu modo de vida. Esta capacidade foi medida em número de habitantes e avaliada, no começo do novo milênio, pela Fnuap (Fundo das Nações Unidas para Assuntos Populacionais) e resultou em aproximadamente 7 bilhões de habitantes. Ou seja… o planeta tem capacidade de suportar 7 bilhões de seres humanos, ao mesmo tempo e seus estilos de vida.

Se olharmos para a situação demográfica do mundo pode-se verificar que ainda nos faltam alguns milhões de pessoas para atingirmos o limite do planeta. Até aí tudo bem, mas a atual população da Terra vem consumindo de maneira desordenada e aí que mora um grande perigo!

Este impacto do consumo desenfreado pode ser visto analisando a pegada ecológica. Sabe o que é isso? Ela é a área de terras produtivas que cada pessoa precisa para sustentar o seu consumo e absorver seus resíduos pelo período de um ano.

A pegada ecológica de cada um depende de seu padrão de consumo. Atualmente cada habitante do planeta tem 1,6 hectares de terras produtivas disponíveis ao ano. Nos anos 1960 era de 6,3 hectares e pasme, este número seria o ideal para hoje! E esta mudança enorme foi em apenas 50 anos! Somos tão rápidos em tantas coisas, não é mesmo?

Tal situação não é, com certeza, a que as nações de hoje querem deixar como herança para os futuros habitantes do planeta. Para tanto, então, é necessário que haja um efetivo movimento na educação das novas gerações, a fim de que aprendamos todos a consumir com responsabilidade social.

Pique-nique no Parque Muncipal de Belo Horizonte, Minas Gerais

Por daniela meira às 11h41 de 22/07/2010

O Convivium Slow Food Pique Nique convida todos para nosso terceiro pique-nique, que acontecerá neste sábado, 24/7, no Parque Municipal de Belo Horizonte, MG. Será no gramado entre o Teatro Francisco Nunes e o lago dos barcos, às 10h da manhã. Traga sua toalha, comes e bebes e venha tomar seu café da manhã no parque! Os pique-niques são abertos a participação de todos, convide seus amigos. Use a criatividade e evite levar materiais descartáveis. Durante o pique-nique será sorteado o resultado da Ação entre amigos em prol da ida da Comunidade Quilombola dos Paus Altos ao evento Terra Madre , em Turin, Itália. Participe da Ação entre amigos e concorra ao Kit.

Você sabia que…

Por daniela meira às 15h49 de 21/07/2010

Os chefes estão cada vez mais voltando às origens e trazendo para a mesa uma refeição mais saudável para nós e para o planeta. O movimento chama-se slow food. Não é uma novidade, mas a conscientização da importância dele tem se tornado cada vez mais forte. O slow food segue o conceito da ecogastronomia, que visa devolver ao alimento o valor da sua origem, favorecer a sensibilidade do gosto e lutar pelo uso sustentável, protegendo todas as espécies e defendendo o meio ambiente.

Este movimento surgiu como resposta ao fast food, para revalorizar a culinária regional e agora também o cultivo sustentável e remuneração melhor ao pequeno produtor.

Bom, limpo e justo: é como o movimento acredita que deve ser o alimento. O alimento que comemos deve ter bom sabor; deve ser cultivado de maneira limpa, sem prejudicar nossa saúde, o meio ambiente ou os animais; e os produtores devem receber o que é justo pelo seu trabalho.

Alguns restaurantes entraram neste movimento como o Amadeus, Zym, Brasil a Gosto, Tordesilhas e Casa da Lica. Na Casa da Lica, em Embu das Artes (a 30 quilômetros de SP), são recebidas até 40 pessoas por vez para vivenciarem o que é chamado de “experiência gastronômica”: quatro horas, da entrada à sobremesa.

Um grupo de restaurantes de São Paulo planeja, também, criar um roteiro de casas como essa, onde se provam pratos à moda lenta.

No Rio, Navegador e Eça se renderam aos outros que já seguem a filosofia.

Parabéns à iniciativa!

Diminuindo o Lixo

Por daniela meira às 14h10 de 19/07/2010

Tudo pode começar no supermercado…

- Leve suas próprias sacolas às compras. Assim, você precisará de menos saquinhos plásticos, que depois seriam descartados.

- Dê preferência para produtos com embalagens recicláveis. Evite as de isopor, que demoram até 80 anos para decompor.

- Procure por frutas da época. Além de serem mais baratas, você contribui para que não haja desperdício da produção.

- Escolha frutas, verduras e legumes com os olhos. Não machuque os alimentos com o toque – isso pode reduzir a vida útil deles. Pegue com a mão somente depois de decidir o que vai levar.

Diminuindo a quantidade de lixo você passa a garantir a saúde do planeta e a economizar dinheiro. Pense nisto.

Cinco dicas para combater o desperdício de alimentos

Por daniela meira às 17h47 de 14/07/2010

1 – Planeje as compras verificando o que já tem em casa. Opte pelo essencial.

2 – Siga a lista que preparou no supermercado. Procure fazer as compras após as refeições.

3 – Compre verduras, legumes e frutas semanalmente. Não se importe com pequenas imperfeições destes alimentos. Adquira na quantidade de consumo da sua família. Coma primeiro as frutas mais maduras. Prepare salada de frutas, vitaminas, aproveitando os alimentos disponíveis com criatividade.
4 – No preparo, procure aproveitar integralmente os alimentos, sempre que possível. Cascas de abacaxi viram suco, talos de verduras enriquecem tortas, sopas, arroz, risotos, etc.

5 – Quando a comida estiver pronta e na temperatura ambiente, congele o excedente em porções individuais para consumo (uma concha de arroz, feijão, outros grãos cozidos, etc). Se sobrar, diminua a porção até acertar o tamanho ideal. Congele somente comida fresca. Descongele de um dia para o outro na geladeira ou retire do congelador algumas horas antes de consumir. Nunca recongele.

Restaurantes se unem para uma melhor sustentabilidade

Por daniela meira às 17h02 de 12/07/2010

Você já ouviu falar da Sustainable Restaurant Association (SRA) ? Pois é, em fevereiro deste ano, o empresário londrino e proprietário do Restaurante Moro, Mark Sainsbury, resolveu montar uma associação, junto com o amigo Giles Gibbons, que fosse voltada a ajudar os restaurantes que quisessem se tornar sustentáveis. Isso aconteceu depois que descobriu as informações a respeito do tema eram escassas. Hoje, cinco meses depois, a entidade já reúne 200 restaurantes, ainda nenhum renomado, mas segundo Sainsbury, “desde que não sirvam espécies em extinção, todos são bem-vindos”.

Para ser sustentável, o restaurante deve comprar ingredientes direto de fazendeiros, reciclar o lixo e economizar energia. É um processo simples, mas longo. Sustentabilidade passa por comida orgânica, bem-estar do animal, eficiência energética, conservação da água e marketing responsável.

Normalmente os preços se elevam quando se tornam sustentável pois esbarra na qualidade e isto está diretamente ligado ao aumento de preço. Mas quem comprar direto do produtor os preços podem abaixar até 15%, se houver organização e planejamento.

Como funciona o Sustainable Restaurant Association

Segundo Sainsbury,  o Sustainable Restaurant Association é uma associação tipo “guarda-chuva”: acolhemos toda sorte de dúvidas, das mais básicas às mais específicas, e ajudamos os donos de restaurantes a encontrar respostas. Para aumentar a clientela, por exemplo, uma pessoa entende porque pagar mais por um pedaço menor de um frango, se souber que foi criado de forma orgânica, e não em uma granja.

Uma questão importante é que para ser membro desta associação: os restaurantes que servem espécies em extinção não podem fazer parte. Por exemplo, se você serve atum bluefin, como o Nobu, seu restaurante não pode ser membro da SRA. Essa é a única regra da qual não abrimos mão. Uma boa iniciativa, não?

(fonte: caderno Paladar)

Aproveitamento Total dos Alimentos

Por daniela meira às 16h15 de 05/07/2010

Casca de banana no chão serve para escorregões e tombos, além de aumentar o volume do lixo. Que tal aproveitar as cascas, onde estão grande parte das vitaminas e fazer este bolo bem leve para suas tardes com café?

INGREDIENTES:

2 xícaras (chá) de banana nanica madura com casca

2 colheres (sopa) de manteiga

4 gemas

2 ½ xícaras (chá) de açúcar

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 colheres (sopa) de fermento em pó

4 claras em neve

Canela em pó para polvilhar

MODO DE PREPARO

Lavar bem as bananas, cortar em rodelas (com casca) e reservar. Bater a manteiga, as gemas e o açúcar, até obter uma mistura homogênea, misturar com a farinha e o fermento, juntar as claras em neve, adicionar a banana, misturar bem e polvilhar canela antes de ir ao forno. Levar ao forno em forma untada, assar durante 30 a 35 minutos.

Uma pequena evolução!!!Veja que bacana…

Por daniela meira às 14h13 de 02/07/2010

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta terça-feira (29) no Diário Oficial da União, uma resolução que obriga que as propagandas de alimentos considerados com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans, de sódio, e de bebidas com baixo teor nutricional, como os refrigerantes, venham acompanhadas de mensagens alertando para os riscos à saúde em caso de consumo excessivo. As empresas terão 180 dias para se adequar à resolução.

Isso é um pequeno avanço! Na verdade estes dados deveriam ser aplicados aos rótulos e não só veiculados nas propagandas do produto… Nem todo mundo tem acesso às informações necessárias para saber realmente o que estão consumindo. O consumidor vê na propaganda que aquele produto é acrescentado de ferro, e acredita que tomando o produto ele não vai ter anemia!!! E as coisas não funcionam assim. A verdade é a seguinte: as pessoas não conseguem saber se elas comerem um produto enriquecido também estarão absorvendo a quantidade necessária diária de tal nutriente.

As crianças por exemplo, vêem aquelas propagandas fofinhas, coloridas e com desenhos e bichinhos que cantam e dançam. Elas pedem para a mãe, a mãe vê na revista ou tv: enriquecido com sais minerais e vitaminas… e ai o que ela faz? Compra. Depois que a criança comer e gostar, será quase impossível retirar este produto da rotina daquela criança.

A Anvisa obriga que as mensagens publicitárias devem ser acompanhadas de alertas sobre os perigos do consumo excessivo dos nutrientes maléficos.

Exemplos:

a) “O (nome/ marca comercial do alimento) contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária”.

b) “O (nome/ marca comercial do alimento) contém muita gordura saturada e, se consumida em grande quantidade, aumenta o risco de diabetes e de doença do coração”.

c) “O (nome/ marca comercial do alimento) contém muita gordura trans e, se consumida em grande quantidade, aumenta o risco de doenças do coração”.

d) “O (nome/ marca comercial do alimento) contém muito sódio e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de pressão alta e de doenças do coração”.

Quando o alimento ou o conjunto a que ele pertença possuir quantidade elevada de dois ou mais nutrientes, deverá ser aplicado o seguinte alerta cumulativamente em relação aos nutrientes: “O (nome/ marca comercial do alimento ou conjunto) contém muito (a) [nutrientes que estão presentes em quantidades elevadas], e se consumidos(as) em grande quantidade aumentam o risco de obesidade e de doenças do coração”.

Eu ainda acho que esta quantidade elevada deveria ser quantificada para que o consumidor visualize se o que está consumindo é elevado ou não.

Refrigerantes incluídos

A medida vale também para bebidas como refrigerantes, refrescos artificiais, concentrados para o preparo de bebidas à base de xarope de guaraná ou groselha e chás prontos para o consumo. Também se incluem bebidas adicionadas de cafeína, taurina, glucoronolactona ou qualquer substância que atue como estimulante no sistema nervoso central.

A medida deve ser aplicada nas peças publicitárias dos alimentos. Ela não se aplica aos rótulos.

De acordo com a resolução, as empresas deverão manter em seu poder, à disposição da Autoridade Sanitária os dados fáticos, técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem publicitária e informar seu departamento comercial e as agências de publicidade, sobre este regulamento técnico e as responsabilidades no seu cumprimento.

Sete princípios de como se alimentar de maneira sustentável

Por daniela meira às 14h55 de 29/06/2010

1) Use ingredientes locais, sazonalmente disponível como padrão, para minimizar a energia utilizada na produção de alimentos, transporte e armazenamento.

2) Utilize alimentos que venham de sistemas agrícolas que não prejudicam o meio ambiente, tais como produtos biológicos certificados.

3) Limite o uso de alimentos de origem animal (carne, laticínios e ovos) pois a pecuária é uma das atividades que mais contribuem para as alterações climáticas e incentive a alimentação rica em frutas, vegetais, leguminosas, cereais integrais e nozes. Assegure-se que a carne, laticínios e ovos são produzidos com elevados padrões de bem-estar ambiental e animal.

4) Exclua espécies de peixes que estejam sendo pescados de maneira errada ou em época imprópria e escolha peixes somente a partir de fontes renováveis.

5) Prefira utilizar produtos importados de países mais pobres para garantir um tratamento justo para os produtores desfavorecidos.

6) Evite água engarrafada e prefira água filtrada ou de jarras ou garrafas reutilizáveis, para minimizar o transporte e resíduos de embalagens.

7) Promova a saúde e o bem-estar cozinhando com porções generosas de verduras, frutas e alimentos básicos como cereais integrais ricos em amido, a redução de sal, gorduras e óleos, e corte os aditivos artificiais.

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