Você já comeu seu orgânico hoje?

Por daniela meira às 12h47 de 01/02/2011

Os produtos orgânicos são a melhor forma de nos protegermos da exposição às toxinas encontradas nas práticas agrícolas convencionais. Os efeitos causados pela exposição a esses pesticidas, solventes e metais pesados, podem incluir alergias, malformações congênitas, câncer e distúrbios psicológicos. A ingestão destes produtos são cumulativos.

Em dois estudos distintos, o Conselho de Defesa de Recursos Naturais (E.U.A. – 1989) e o Grupo de Trabalho do Meio Ambiente (E.U.A. – 1998) concluíram que milhões de crianças americanas são expostas através da alimentação a níveis de pesticidas acima dos limites considerados seguros. Alguns desses produtos são reconhecidamente tóxicos para o cérebro em desenvolvimento. E durante o crescimento as crianças são mais vulneráveis aos efeitos cancerígenos desses pesticidas.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, o relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), divulgado em abril de 2008, documentou níveis alarmantes de agrotóxicos, incluindo substâncias já proibidas, em diversas frutas e vegetais cultivados no Brasil. Minimizar a exposição à essas substâncias tóxicas é uma atitude importante em termos de investimento em saúde. Mas isso não é tudo. Os cientistas estão agora comprovando que os alimentos orgânicos são mais nutritivos do que os alimentos cultivados de forma convencional. Uma revisão de 41 estudos, comparando os valores nutricionais de frutas, vegetais e grãos cultivados organicamente com os cultivados de forma convencional, demonstrou que os orgânicos possuem em média: 27% mais vitamina C, 21,1 % mais ferro, 29,3% mais magnésio e 13,6% mais fósforo.

Conclusão: os produtos orgânicos, além de serem muito melhores para o planeta, não possuem produtos tóxicos que se acumulam no organismo causando doenças fatais e outras crônicas e são mais nutritivos em relação à quantidade de vitaminas e minerais que possuem. Seria uma bobagem não aderir aos orgânicos, não acha?

Quer saber mais sobre alimentos e gastronomia?
Acesse o blog Informações à Mesa .

Uma história diferente

Por daniela meira às 12h30 de 30/11/2010

A primeira pessoa que pensou na do bem™ imaginou que seria um sonho inalcançável.

Tudo começou num daqueles dias de verão no Rio de Janeiro. Quando o fundador da do bem™ chegou cansado do trabalho e deu sua tradicional passadinha na sua casa predileta de sucos, a BB Lanches no Leblon. Enquanto tomava seu suco de laranja numa garrafinha de 500 ml, ele pensou:

- “Por que não podemos fazer um suco parecido com este, apenas com frutas frescas, sem água, sem açúcar, conservantes, corantes e colocar em caixinhas legais?”

Claro que a primeira resposta estava no Google. Depois de pesquisar bastante, ele resolveu largar seu emprego chato, enquadrou literalmente sua gravata e viajou pelo mundo. Dois meses conhecendo tecnologias e experimentando bebidas.

Depois de ver o que é feito de legal pelo mundo e encontrar a tecnologia certa, ele teve certeza de que podia fazer melhor, juntando exatamente o que tinha imaginado:

“Uma casa de sucos dentro de embalagens legais”.

Do bem Sucos.

Sucos Do Bem: chá mate com suco de limão, suco de laranja, limonada, suco de uva integral, suco misto de maça, morango, maçã e guaraná, suco misto de mamão, laranja, maça e banana. (Foto: Divulgação)

Só faltava achar os mais apaixonados produtores de fruta do Brasil. Mais um bocado de trabalho e pronto! Assim nasceu a do bem™. Uma empresa que tem como sonho tornar a vida das pessoas mais simples e melhor, a qualquer hora do dia.

Sucos saudáveis de pura fruta e mais nada. Sem cozinha suja ou liquidificadores barulhentos (o antigo aparelho do fundador, comprado num site da internet, também foi aposentado).

Uma empresa pequena, jovem e direta com as pessoas. Que busca misturar a natureza com o urbano, o global com o local, e a tecnologia com a produção artesanal.

Com idéias assim, o mundo dos negócios pode mudar o mundo em que vivemos e torná-lo cada vez melhor e sustentável. Imagine que até a quantidade de gases emitida na atmosfera foi calculada. Vale dar uma olhada no site deles, que é bem bolado e gostoso de folhear.

Você sabia que…

Por daniela meira às 15h49 de 21/07/2010

Os chefes estão cada vez mais voltando às origens e trazendo para a mesa uma refeição mais saudável para nós e para o planeta. O movimento chama-se slow food. Não é uma novidade, mas a conscientização da importância dele tem se tornado cada vez mais forte. O slow food segue o conceito da ecogastronomia, que visa devolver ao alimento o valor da sua origem, favorecer a sensibilidade do gosto e lutar pelo uso sustentável, protegendo todas as espécies e defendendo o meio ambiente.

Este movimento surgiu como resposta ao fast food, para revalorizar a culinária regional e agora também o cultivo sustentável e remuneração melhor ao pequeno produtor.

Bom, limpo e justo: é como o movimento acredita que deve ser o alimento. O alimento que comemos deve ter bom sabor; deve ser cultivado de maneira limpa, sem prejudicar nossa saúde, o meio ambiente ou os animais; e os produtores devem receber o que é justo pelo seu trabalho.

Alguns restaurantes entraram neste movimento como o Amadeus, Zym, Brasil a Gosto, Tordesilhas e Casa da Lica. Na Casa da Lica, em Embu das Artes (a 30 quilômetros de SP), são recebidas até 40 pessoas por vez para vivenciarem o que é chamado de “experiência gastronômica”: quatro horas, da entrada à sobremesa.

Um grupo de restaurantes de São Paulo planeja, também, criar um roteiro de casas como essa, onde se provam pratos à moda lenta.

No Rio, Navegador e Eça se renderam aos outros que já seguem a filosofia.

Parabéns à iniciativa!

Um simples biscoitinho

Por daniela meira às 17h05 de 08/06/2010

Sabe aquele biscoitinho que você compra no supermercado? Aquele que no rótulo está escrito Livre de Gordura Trans, Light, Mais Fibra e Vitaminas… Você sabe do que eles são feitos?

Na verdade eles podem não ter gordura modificada ou hidrogenada (que é o que faz com que eles fiquem bem sequinhos e crocantes), mas mesmo assim, continuam contendo edulcorantes, emulsificantes, conservantes e outros ingredientes que não são as vitaminas, entende. São as calorias vazias que vão se acumulando em seu organismo. Isso sem falar da embalagem plástica metalizada, que é jogada no lixo e mesmo que separada nas lixeiras coloridas do seu condomínio, não significa que realmente é reciclável ou que irá para a reciclagem…Um simples biscoitinho pode não ser grande coisa, mas pode ser o começo de uma grande mudança de atitude.

Antes de comprar aquele biscoitinho no supermercado, tente fazê-los em casa. É prazeroso, rápido, você sabe com que ingredientes eles foram feitos, além de contribuir com sua saúde, você também contribui com a saúde do planeta. Pense nisso.

BISCOITINHOS FEITOS EM CASA

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de aveia em flocos finos
  • 1 xícara (chá) de gotas de chocolate/passas/nozes/castanhas
  • 1/2 xícara (chá) de manteiga
  • 1 xícara (chá) de farinha (pode ser metade branca, metade integral ou branca/centeio)
  • 1 xícara (chá) de açúcar (pode ser 12 de açúcar demerara orgânico e 12 de mel)
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 2 ovos inteiros

Modo de fazer
Em uma tigela misture todos os ingredientes, com as mãos (limpas, né?) até que fiquem bem incorporados. Pegue pequenas porções de massa, faça bolinhas e dê uma leve achatada (se quiser). Leve ao forno pré-aquecido (180ºC) em forma untada e enfarinhada por cerca de 25 a 30 minutos.

Como se livrar do óleo de cozinha?

Por daniela meira às 10h50 de 04/06/2010

Quando você termina de fritar bolinhos, você descarta o óleo diretamente no ralo da pia da cozinha? Ou antes de descartá-lo, você o dilui com detergente? Ou então coa o óleo usado para reutilizá-lo e só depois descartá-lo? Você acha que assim estará diminuindo os riscos que o óleo de cozinha traz ao meio ambiente? Essas atitudes não são, na verdade, favoráveis ao meio ambiente.

Um litro de óleo doméstico jogado no ralo da pia chega a contaminar, de uma só vez, um milhão de litros de água (quantidade suficiente para a sobrevivência de uma pessoa – desde banho, comida e consumo por até 40 anos).

Ao ser despejado no ralo, o óleo vai formando crostas de gordura na tubulação, atraindo ratos e baratas, que acabam invadindo a casa sem que os moradores saibam o verdadeiro motivo. A mesma gordura que se acumula na tubulação, pode acumular nas artérias coronarianas, principalmente se o óleo for reutilizado!! É que, após a queima (ou uso naquela fritura do bolinho de chuva!!), ele se transforma em óleo saturado, gordura trans, responsável por problemas que afetam o coração.

Eu li uma matéria onde a diretora regional da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente do conselho consultivo do Sesi/ Senai afirmava que “Os componentes do óleo de cozinha são muito agressivos e chegam aos rios, onerando em 100% o tratamento do esgoto”.

Segundo Marcos Marcelo de Moraes e Matos, presidente da ONG Academia de Gestão Pública (Agespub), uma família com quatro pessoas consome em média um litro de óleo por semana. O consumo em um restaurante de médio porte gira em torno de 10 litros/dia. “Há uma usina em Piracicaba (SP) que pode produzir o biocombustível, a partir do momento em que houver entidades que coletem o óleo”.

Evite jogar o óleo que você usa em casa diretamente na pia. Procure coar o mesmo e separar em vidros. Procure, na sua cidade, algum posto de reciclagem. Muitos deles retiram o óleo na própria residência. Abaixo coloquei o endereço e contato de alguns postos que recolhem o óleo de cozinha para reciclagem. Colabore com o meio ambiente você também

(SP) – ABC Paulista – Instituto Triângulo – (11) 4991-1112/www.triangulo.org.br

(PR) – Curitiba – Coleta especial de óleo de fritura da Prefeitura Municipal – tel.: 156/www.curitiba.pr.gov.br

(SC) – Florianópolis – Universidade Federal de Santa Catarina e Associação Industrial e Comercial de Florianópolis (Acif) – www.acif.org.br

(RS) – Porto Alegre – Projeto de reciclagem de óleo de fritura – www.unverde.wordpress.com

(SP) – Ribeirão Preto – Projeto Cata óleo – (16) 602-3734

(RJ) – Rio de Janeiro – Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove) – (21) 2598-9240 e Disque-Óleo – (21) 2260-3326/www.disqueoleo.com.br

(BA) – Salvador – Renove – Reciclagem de Óleos Vegetais – (71) 9979-2504/www.renoveoleo.com.br

Daniela Meira

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