Direito Ambiental e Ecologia.

O livro aborda relações importantes entre as leis e o meio ambiente. (Foto: Divulgação)

Direito Ambiental e Ecologia – Aspectos filosóficos contemporâneos é um livro que apresenta a relação entre o meio ambiente e as leis humanas, posicionando a responsabilidade pelo bem estar ambiental nas escolhas que fizemos no passado. O livro parte de que os homens são os únicos que interferem diretamente na dinâmica da natureza, e, consequentemente, suas leis também terão uma consequência direta nela.

O autor aborda temas como o impasse do direito ambiental, tanto do ponto de vista do meio ambiente como da justiça, a relação entre direito ambiental e a justiça ambiental, a titularidade e a transnacionalidade.

Olmito Ferreira dos Santos mostra como o direito de posse e a titularidade podem ter sido responsáveis por boa parte da degradação da natureza. A obra é fundamental para entender melhor essa relação e como ela ainda é aplicada, entendendo que as leis humanas tem relação direta no meio ambiente.

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Alfabetização Ecológica

Por pontocom às 16h40 de 12/07/2010

O livro mostra a importância do papel de pais, professores e educadores na formação de uma nova sociedade, mais conscientizada ecológicamente.

Partindo de que boa parte dos problemas ambientais atuais são decorrentes principalmente de atitudes humanas, os autores dos 26 artigos que compõe esse livro acreditam que somente uma mundança na educação pode melhorar ou até reparar os erros já feitos.

Assim, o livro aborda uma alfabetização ecológica: as novas gerações devem ser preparadas desde crianças para enfrentar os problemas ambientais e evita-los o máximo possível. Assim, deveriam aprender novos hábitos de consumo para que possam viver de uma maneira mais sustentável.

Alguns textos focam seu conteúdo principalmente em experiências realizadas nos Estados Unidos sobre educação ambiental, mostrando exemplos de como as crianças podem responder a estímulos a ações voltadas à sustentabilidade.

A parte mais importante do livro, porém, é mostrar como é possível mudar as atitudes humanas em relação ao ambiente em que vivem. Como professores e educadores podem ter criatividade e consciência ambiental para fazer parte de uma sociedade mais sustentável no futuro, capaz de agir pelo bem do ecossistema.

Ecologia, Capital e Cultura

Por pontocom às 15h45 de 16/06/2010

O livro discute a relação entre os sistemas econômicos, as formas de consumo, a escala de produção e o modelo cultural da sociedade.

A primeira edição do livro de Enrique Leff, publicada em 1994, tentou ao máximo explorar e afirmar o chamado “Marxismo Ecológico”. Era um momento em que vários autores tentaram adicionar às ideias marxistas ideais ecológicos, que pareciam ausentes na teoria original.

Na última edição (2009) o autor já foca seu texto em outro momento da sociedade: independente da corrente política vigente, a sociedade estaria num momento produtivista e com poucos cuidados ambientais. As economias, separadas de qualquer ideologia presente, não teriam uma racionalidade ambiental preparada para as necessidades sustentávis do planeta.

O autor pretende mostrar como incorporar a sustentabilidade no sistema produtivo, aliando o bem estar social, a preservação do meio ambiente e a lógica da economia. Além disso, Leff mostra que cada vez mais essas ações dependem também de fatores culturais e participativos da população.

Assim, vários aspectos da nossa sociedade deveriam se adaptar ao novo modelo de racionalidade ambiental. Primeiro, o desenvolvimento de uma eco-tecnologia, em que aparelhos serão baseados em ritmos e ciclos ecológicos de disponibilidade de matéria-prima ou energias. Em segundo lugar, o modelo de produção deve levar em conta uma lógica huminista, em que necessidades primárias de todos deverão ser atendidas antes da produção de qualquer produto que esteja fora dessa área de consumo. Por fim, apoiar uma democracia participativa direta – e não a representativa – garantiria uma gestão igualitária dos bens naturais.

O ponto principal discutido no livro é a participação do mercado na dinâmica social. Assim, o que o autor propõe é uma inversão de valores, em que o mercado não paute o consumo, mas que as necessidades reais de consumo pautem a produção do mercado.

A Consciência Ecológica na Administração

Por pontocom às 16h26 de 10/06/2010

A consciência ecológica deve estar cada vez mais presente em grandes empresas, segundo o autor Vilmar Berna.

O livro de Vilmar Berna quer incentivar as empresas a ter uma gestão cada vez mais comprometida com o meio ambiente.

A escolha pode ser um grande diferencial da uma empresa em termos competitivos. Além disso, as mudanças podem causar economia, já que diminuem o consumo de água, energia, matérias primas e recursos minerais.

Para isso, o autor numera dez mandamentos ambientais, apontando parâmetros a serem respeitados em uma empresa com política ambiental. A companhia deve também ter pessoas responsáveis pelo planejamento dessas ações, que possam acompanhar todas as etapas de execução e garantir que os objetivos ambientais desejados pela empresa serão realizados.

Outro fator importante do livro é aliar ações ecologicamente corretas e sustentáveis com o progresso e crescimento de uma empresa, já que acredita que apenas assim uma empresa poderá se estabelecer no mercado a partir de agora.

Manifesto Verde

Por pontocom às 17h42 de 07/06/2010

Publicado pela editora Global, o livro agrupa dados e notícias sobre a preservação da natureza.

Ignácio Loyola Brandão escreveu esse livro para passar uma mensagem para seus três filhos. O retrato da importância da natureza e o que o homem tem feito com ela se tornou um manifesto. A carta para os filhos virou uma carta para a humanidade, fazendo um apelo ecológico para que todos comecem a preservar a natureza.

Para isso, o autor se baseia em vários fatos reais relacionados com o meio ambiente, como vários desastres ecológicos, muitas vezes com culpa humana. Vividos no Brasil e no mundo, esses acontecimentos ilustram exatamente o que o autor quer passar: a preservação da natureza depende de cada um de nós.

Para Ignácio Loyola Brandão, a necessidade de comportamento do homem para a preservação do meio ambiente é urgente, para que o futuro não seja uma coisa do passado.

Consumo Consciente

Por pontocom às 20h37 de 31/05/2010

O livro ensina como aliar consumo e sustentabilidade, aumentando o tempo de uso de peças de roupas.

O livro Eco Chic, da escritora inglesa Matilda Lee, mostra como aliar moda e consumo com ecologia. E sim, isso é possivel. A autora já começa pelo slogan: “Escolher bem, comprar menos e cuidar mais”.

Matilda parte do cálculo que uma camisa, durante sua vida útil, lavada a 60º C, secada em máquina e passada a ferro libera 4 quilos de dióxido de carbono na atmosfera. Para amenizar isso, basta que a peça seja lavada com água fria, seca naturalmente e que só seja passada o mínimo necessário.

Além disso, outros cuidados, como evitar comprar de países distantes (o que evita emissão de poluentes para transporte) ou de lugares em que as condições de trabalho ainda não são justas e adequadas, fazem com que o consumo seja consciente.

É importante também aumentar a vida útil das peças. Comprar e vender em brechós ou doar as roupas que não são mais usadas fazem com que os produtos renovem sua utilidade.

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