Manual de Auditoria Ambiental

Por Gisele Eberspacher às 15h58 de 19/03/2012

O livro é um lançamento da Qualitymark Editora e está na sua terceira edição.

O objetivo do livro é mostrar para os leitores o conceito de Auditoria Ambiental e sua evolução. O material tem a coordenação de Emilio Lèbre La Rovere, vencedor do prêmio Nobel da Paz, em 2007, junto de Al Gore. A obra também fornece os instrumentos básicos para que o leitor comece a realizar auditorias desse tipo em qualquer ramo.

As técnicas da auditoria ambiental tentam avaliar valores e limites das perturbações que, uma vez excedidas, resultam em recuperação demorada do ecossistema. Para isso, é necessário retomar recursos e assegurar uma produtividade prolongada e de longo prazo. Essas ações podem ser tomadas para empresas para controlar suas práticas com o objetivo de evitar a degradação ambiental.

Dados técnicos:

Formato: 21x28cm
Número de páginas: 152
Preço de capa: R$49,90
ISBN: 978-857303-993-1

Veja mais aqui.

Lições de um Empresário Radical

Por Gisele Eberspacher às 12h45 de 27/09/2011

O livro Lições de um Empresário Radical, de Ray C. Anderson, mostra um case de sucesso de uma empresa que conseguiu se desenvolver e dobrar o faturamento sem prejudicar o meio ambiente.

O autor é fundador e CEO da empresa de carpetes Interfaces. Anderson adotou na empresa o princípio que o desenvolvimento e o faturamento nunca podem estar separados da sustentabilidade. E uma das maneiras de se realizar isso foi fazer com que os funcionários também acreditassem na sustentabilidade e se comprometessem com a causa. O empresário acredita também que todos os negócios do futuro serão feitos assim.

Desenho mostra como o autor pensa o caminho das empresas para a Sustentabilidade.

Durante 15 anos, várias alterações na empresa garantiram índices sustentáveis hoje. Entre eles, a emissão de gases estufa foi reduzida em 94%, o consumo de combusível fóssil foi reduzido em 60%, o desperdício de materiais em 80%, assim como a utilização de água. As vendas ainda aumentaram em 66%. Todas as mudanças foram feitas por um processo lento, em que a sustentabilidade era vista como uma montanha, que deve ser escalada com cuidado e técnica. O pico é a “Pegada 0”, o momento em que se consegue fazer a administração plena da empresa sustentável.

No livro, o autor fala sobre o processo que utilizou para que sua empresa fosse cada vez mais sustentável. O primeiro passo é diminuir ao máximo (completamente, se possível) os desperdícios da empresa, seja em qualquer setor. Além dessa ação ajudar o meio ambiente, também diminuí muito os gastos de produção. O próximo passo é buscar fontes de energia e matérias primas mais sustentáveis e limpas. Essa etapa pode até exigir um investimento alto, mas que tem retorno garantido.

Anderson também mostra como lidar com o capital humano, e como a motivação de equipes de trabalho deve ser feita. Para ele, é muito importante que as pessoas estejam envolvidas no processo intensamente.

Por fim, o autor diz que para qualquer empresa de sucesso, principalmente se for na área de sustentabilidade, é necessário não ter medo e arrogância. A vontade de tentar inovar e de ir contra o que é feito pode resultar na essência da empresa e fazer com que ela tenha um diferencial no mercado.

O livro foi publicado em 2011 pela Editora Cultrix e foi impresso em papel reciclado.

O Propósito do Século XXI

Por Gisele Eberspacher às 17h22 de 16/08/2011

James Martin, reconhecido como uma autoridade da computação, começa o livro O Propósito do Século XXI apresentando o século XXI como um século de extremos, em que podemos tanto voltar para uma era das trevas como avançar para uma sociedade mais igualitária.

O consumo desenfreado aliado à ausência de uma política capaz de gerir corretamente o emprego de recursos sustentáveis poderá frear o desenvolvimento de diversos países, principalmente os em ascensão, como o Brasil.

Segundo o autor, a humanidade chegou nessa situação por ainda não ter a completa compreensão das consequências que a degradação do meio ambiente teria para a vida no planeta.

O autor define então os grandes problemas do século XXI, falando que a solução para eles não pode ser achada ou praticada por um único país, mas sim em conjunto:

1. Aquecimento Global
2. Excessivo Crescimento Populacional
3. Escassez de Água
4. Destruição da Vida nos Oceanos
5. Fome Coletiva em Países Mal Organizados
6. Expansão dos Desertos
7. Pandemias
8. Pobreza Extrema
9. Crescimento de Favelas
10. Migrações Globais Incontroláveis
11. Agentes não Estatais com Armas Extremas
12. Violento Extremismo Religioso
13. Inteligência Virtual Descontrolada
14. Guerra que Pode Acabar com a Civilização
15. Riscos para a Existência do Homo Sapiens
16. Uma Nova Idade das Trevas

Assim, a solução seria uma mudança drástica na condução política, social e na administração dos recursos naturais e sustentáveis do planeta. Mas, para a sustentabilidade alcançar resultados, deve-se ter também uma alteração na maneira com que as políticas públicas são feitas. Outra solução apontada pelo autor é a conscientização de jovens, para que sejam capazes de faze a transição necessária da sociedade.

O livro foi publicado pela Editora Cultrix.

Quadrinhos Sustentáveis

Por pontocom às 16h39 de 14/06/2011

Fernando Rebouças, desenhista e escritor dos quadrinhos do Oi! O Tucano Ecologista, lançou o primeiro gibi do personagem. Os quadrinhos abordam o aquecimento global e outros temas relacionados ao meio ambiente.

Confira a entrevista com o autor:

Atitude Sustentável: Como foi o seu trabalho até chegar no Gibi?
Fernando Rebouças: Eu criei o personagem Oi! O Tucano Ecologista ainda na minha infância, um personagem que cresceu junto comigo ao lado de outros personagens que continuei a criar nessa turminha ecológica. A cada ano desenvolvia o meu trabalho de maneira profissional por meio de publicações de livros autorais de quadrinhos da turma do Oi!, além de tiras/quadrinhos em revistas e jornais no Brasil e exterior.

Apesar dos livros publicados, sempre tive o sonho de infância de publicar os meus personagens em gibis coloridos de quadrinhos, durante alguns anos tentei publicar meus gibis em editoras de médio e grande porte, mas como a maioria dessas editoras de revistas sempre se demonstrou fechada aos novos artistas do quadrinho nacional, iniciei um longo planejamento para o lançamento de gibis independentes. Inicialmente, tentei parceiras com donos de editoras e gráficas menores, apesar de ser aceito, o patrocínio não veio. Comecei um novo caminho para lançar meu conteúdo inédito de gibis, investindo com recursos próprios, lutando por bons serviços gráficos e editoriais, reunindo meus conhecimento, pois, além de artista, a minha formação em propaganda e marketing, e pós em produção editorial acrescentou novos métodos em meu planejamento.

AS: Qual será a periodicidade do material?
FR: Inicialmente, a periodicidade está prevista para o lançamento de um gibi a cada 4 meses, mas isso dependerá da relação demanda x estoque.

AS: Qual o público alvo e a principal mensagem que quer passar?
FR: Nos tempos atuais, trabalhamos com o público direto e o indireto. Sempre digo que meus quadrinhos, livros, tiras publicadas na imprensa e, agora, o meu gibi apresentam conteúdos de personagens que falam para crianças de todas as idades, de 0 a 200 anos, histórias que abordam temas ecológicos, culturais, de conhecimento ambiental geral sempre com qualidade, poesia e humor inocente. A turma do Oi! O Tucano Ecologista é um personagem muito desafiante para desenhar, pelo seguinte motivo: abordar temas ecológicos de modo humorístico, ético e atrante é um desafio constante. Você já viu alguém fazer piada com as usinas atômicas? É raro, pois se houver deve ser sútil e inteligente. O meu objetivo é falar de ecologia e cultura de modo aberto e coloquial, explorando da maneira possível a imaginação e poesia que os temas oferecem. São mais de 20 anos de criação dos personagens, e mais de 10 de luta profissional.

AS: Como se preocupou com a sustentabilidade durante a impressão do material?
FR: A preocupação em não desperdiçar material começa na minha mesa de desenhista, gosto de desenhar à mão-livre no papel para depois escanear, apesar de utilizar material simples como nanquim, grafite e papel sulfite, aproveito pedaços de papel usado para rascunhos, reutilizo canetas gastas para pintura bruta ou escrita do dia-a-dia e, no último ano, adquiri uma escaner ecológica que só liga  quando solicitada. Quando falamos em impressão de material, dependemos de prestadores de serviços como gráficas que ainda dependem de incentivos fiscais  ambientais  para baratear o uso de insumos recicláveis em seus processos de im pressão. Boa parte dos materiais gráficos em algumas regiões são importados, o que eleva a responsabilidade ecológica na área gráfica para o nível global, algo também presente em outros setores, como por exemplo, a produção de roupas e alimentos.

Para conhecer mais do trabalho de Fernando e comprar os quadrinhos, acesse o site.

Experiências Empresariais em Sustentabilidade (No Brasil)

Por pontocom às 17h14 de 22/03/2011

O livro de Fernando Almeida mostra como os consumidores estão exigindo mais responsabilidade e padrões mais altos de sustentabilidade das empresas com que se relacionam. Essa mudança no jeito de consumir faz até com que os acionistas e investidores mudem a maneira de investir.

A demanda por transparência e responsabilidade comercial e industrial criou várias saídas. Uma delas, por exemplo, é o índice de sustentabilidade da Bovespa. O livro mostra vários exemplos desse momento do consumo brasileiro.

Em seu terceiro livro, o autor mostra a realidade de 17 grupos empresariais e a jornada deles para a transparência. Narrando as vitórias e percalços das pessoas que já optaram pela sustentabilidade, o autor mostra como é possível adaptar os modelos econômicos vigentes por outros mais condizentes com as necessidades do planeta.

O livro é essencial para a discussão de como atingir a sustentabilidade corporativa e fazer a transição para a Economia Verde.

Cartuns Ambientais

Por pontocom às 13h45 de 23/02/2011

O blog GreenNation começa a publicar Cartuns Ambientais. O primeiro participante é Léo Valença, cartunista carioca e organizador do livro “Aquecimento Global em Cartuns”.

Confira.

O livro foi organizado por Yvette Veyret e contém artigos de vários especialistas da área.

No livro, a autora mostra como o homem é responsável pelos próprios riscos que corre e como uma gestão pode ser decisiva para a mudança do quadro atual. Considerando tanto riscos ambientais como também econômicos e sociais, tanto operações pré-catástrofe como o período de reconstrução são importantes para a sociedade.

Assim, mostrando também como a gestão de riscos é feita de maneira diferente em países em desenvolvimento ou desenvolvidos, a economia de cada lugar também altera a maneira com que os problemas encontrados devem ser enfrentados.

Como as tragédias na região serrana do Rio de Janeiro mostram, as pessoas (e a vida delas) está intimamente ligada à geografia em que estão, às características do clima, e à gestão de risco feita pela população e pelos governantes. É o exemplo da pequena cidade de Arial, que com um carro de som, avisando sobre a eminente enchente, avisou os moradores, evitando qualquer morte. Apesar de não terem evitado estragos físicos, as pessoas saíram ilesas com uma atitude simples.

Você pode encontrar o livro aqui.

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