O Meio Ambiente

Por pontocom às 17h57 de 06/07/2010

Livro mostra as consequências das relações entre a sociedade e a natureza.

O livro “O Meio Ambiente”, de Jacques Vernier, é uma obra baseada principalmente nas grandes dicotomias modernas e todas as diferenças com que a sociedade se depara entre o progresso e a civilização, a explosão demográfica e a conservação da fauna e da flora, a poluição da água e do ar e os avanços tecnológicos.

A integração entre o homem e o meio ambiente pode até estar conturbada, mas é essencial que esteja em equilíbrio. Por isso, o autor afasta a visão apocalíptica do assunto e do momento vivido pela humanidade, e passa a analisar todos os avanços ocorridos na luta a favor do meio ambiente, da qualidade de vida e da sustentabilidade nos últimos 20 anos.

Como ter uma casa e um jardim mais ecológicos

Por pontocom às 13h24 de 28/06/2010

Livro traz dicas fáceis para o leitor fazer em casa.

O livro, escrito por Siân Berry, apresenta 50 ações para preservar os recursos naturais e aproveitar todos os benefícios que um jardim pode ter. São atitudes que cada um pode ter dentro de casa e das empresas, que podem ajudar consideravelmente a saúde das pessoas e do meio ambiente.

Impresso em papel 100% reciclado, as dicas sobre como preparar adubo orgânico, a cultivação de plantas, a diminuição do impacto do lixo produzido e a redução do desperdício dos alimentos. Todas as sugestões feitas são fáceis e possíveis de se fazer em casa.

O livro também posiciona o leitor no meio ambiente em que está inserido, indicando plantas que atraem pássaros e borboletas, por exemplo. Tudo isso para que o leitor possa mudar seus hábitos e passar a ter um modelo de vida cada vez mais sustentável e saudável.

Ecologia, Capital e Cultura

Por pontocom às 15h45 de 16/06/2010

O livro discute a relação entre os sistemas econômicos, as formas de consumo, a escala de produção e o modelo cultural da sociedade.

A primeira edição do livro de Enrique Leff, publicada em 1994, tentou ao máximo explorar e afirmar o chamado “Marxismo Ecológico”. Era um momento em que vários autores tentaram adicionar às ideias marxistas ideais ecológicos, que pareciam ausentes na teoria original.

Na última edição (2009) o autor já foca seu texto em outro momento da sociedade: independente da corrente política vigente, a sociedade estaria num momento produtivista e com poucos cuidados ambientais. As economias, separadas de qualquer ideologia presente, não teriam uma racionalidade ambiental preparada para as necessidades sustentávis do planeta.

O autor pretende mostrar como incorporar a sustentabilidade no sistema produtivo, aliando o bem estar social, a preservação do meio ambiente e a lógica da economia. Além disso, Leff mostra que cada vez mais essas ações dependem também de fatores culturais e participativos da população.

Assim, vários aspectos da nossa sociedade deveriam se adaptar ao novo modelo de racionalidade ambiental. Primeiro, o desenvolvimento de uma eco-tecnologia, em que aparelhos serão baseados em ritmos e ciclos ecológicos de disponibilidade de matéria-prima ou energias. Em segundo lugar, o modelo de produção deve levar em conta uma lógica huminista, em que necessidades primárias de todos deverão ser atendidas antes da produção de qualquer produto que esteja fora dessa área de consumo. Por fim, apoiar uma democracia participativa direta – e não a representativa – garantiria uma gestão igualitária dos bens naturais.

O ponto principal discutido no livro é a participação do mercado na dinâmica social. Assim, o que o autor propõe é uma inversão de valores, em que o mercado não paute o consumo, mas que as necessidades reais de consumo pautem a produção do mercado.

Manifesto Verde

Por pontocom às 17h42 de 07/06/2010

Publicado pela editora Global, o livro agrupa dados e notícias sobre a preservação da natureza.

Ignácio Loyola Brandão escreveu esse livro para passar uma mensagem para seus três filhos. O retrato da importância da natureza e o que o homem tem feito com ela se tornou um manifesto. A carta para os filhos virou uma carta para a humanidade, fazendo um apelo ecológico para que todos comecem a preservar a natureza.

Para isso, o autor se baseia em vários fatos reais relacionados com o meio ambiente, como vários desastres ecológicos, muitas vezes com culpa humana. Vividos no Brasil e no mundo, esses acontecimentos ilustram exatamente o que o autor quer passar: a preservação da natureza depende de cada um de nós.

Para Ignácio Loyola Brandão, a necessidade de comportamento do homem para a preservação do meio ambiente é urgente, para que o futuro não seja uma coisa do passado.

  • Categorias