Equipe de pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) desenvolveram um sistema que permite que células solares sejam impressas em papéis, panos e plásticos comuns.

Atualmente, os materiais que captam energia solar exigem a exposição dos substratos a líquidos e temperaturas muito altas. O novo processo utiliza vapores e temperaturas abaixo de 120°C.

A células fotovoltaicas são flexíveis, e a produção poderá ser empregada em grande escala comercial e a baixo custo. As condições para a impressão são mais fáceis de criar os substratos que as células solares, e eles podem ser impressos em praticamente qualquer superfície.

O único problema está na questão de eficiência energética, que é apenas de 1%. A equipe de cientistas está pesquisando como essa nova tecnologia pode ter uma eficiência maior, sendo aplicada em materiais do cotidiano.

Estudantes da Universidade de Belgrado, Sérvia, desenvolveram o primeiro carregador público que usa a energia solar. Ele estoca energia por cerca de um mês, para quando houver períodos de pouca luminosidade.

Chamado de Strawberry Tree (árvore de morango), o projeto teve seu primeiro modelo instalado em Obrenovac e, nos primeiros 40 dias, foi utilizado mais de 10 mil vezes. Foram três anos de estudo antes da implementação, que leva entre 10 e 15 minutos para carregar cada celular.

O Straberry Tree foi premiado na Bélgica no Sustainable Energy Europe Awards, na categoria consumo. O plano é instalar mais três carregadores públicos na cidade nos próximos meses. (Foto: Divulgação)

Célula de hidrogênio alimenta laptops e bicicletas elétricas

Por Matheus Brandão Granemann às 15h33 de 03/03/2011

Novo aparelho pode recarregar laptops e bicicletas elétricas.  O sistema é composto por uma célula alimentada por hidrogênio, fornecida pela Powertrekk. Ao gerar a energia necessária para alimentar o equipamento, a célula produz apenas vapor de água como subproduto.

Aparelho pode ser alternatica para o uso de energia elétrica para a recarga de baterias.

Os cartuchos de hidrogênio são introduzidos no mercado com capacidades para alimentar células a combustível de 1 watt até 3 kilowatts.

Isto os torna capazes não apenas de recarregar celulares, notebooks, GPS e qualquer outro produto portátil, mas também de alimentar equipamentos com consumo significativo de energia.

Clique aqui para mais informações (em inglês).

rogênio alimenta laptops e bicicletas elétricas

Taiwandeses criam bola de futebol equipada com painéis solares, para cegos

Por Matheus Brandão Granemann às 16h01 de 23/02/2011

A primeira bola de futebol equipada com energia solar do mundo. Nela, foi instalado células solares que emitem sons e têm sensor de movimento em uma bola de futebol.

Fabricada pela Greendix, designer de painéis solares, o dispositivo deixa o formato de bolas tradicionais quadrangulares e retangulares, inovando com design e uso de energia solar.

A Sonelis Technologies irá lidar com vendas, distribuição, comercialização e suporte técnico para a Greendix na América do Norte e do Sul.

Clique aqui para mais detalhes (em inglês).


Carregador ecológico é compatível com 4 mil aparelhos

Por pontocom às 17h42 de 18/01/2011

O IDAPT i1 Eco é um carregador feito de componentes reciclados, apresentado na Consumer Eletronics Show (CES 2011), feira internacional de eletrônicos. Ele possui um sistema que desliga automaticamente quando não está sendo utilizado, além de ter duas entradas simultâneas para dispositivos. O que também chama a atenção no produto é a sua compatibilidade com os aparelhos eletrônicos, que chega a 4 mil.

O produto estará disponível no mercado apenas no outono de 2011

Recarregando baterias na bicicleta

Por pontocom às 16h42 de 15/12/2010

Criado pelo designer Fendi Meng, o Green é um aparelho com uma espécie de hélice, que é movimentada junto com o raio da bicicleta enquanto é pedalada. A energia cinética é transformada em energia elétrica, usada para recarregar celulares, IPods e outros aparelhos do gênero.

Recarregador de baterias green.

O carregador transforma a energia cinética em elétrica. (Imagem: Divulgação)

Energia alternativa

O material usado no produto é orgânico. (Foto: Divulgação)

A empresa japonesa Fujitsu planeja lançar até 2015 um sistema que não utiliza a troca de bateria ou fios elétricos na obtenção de energia. Ao capturar a luz solar e o calor do corpo humano, o projeto que tem a proposta de sustentabilidade é pioneiro ao aliar essas duas formas de captação no mesmo painel.

Os fabricantes explicam que o produto é feito com componentes orgânicos, contribuindo para o baixo custo de fabricação.

Segundo a empresa, uma das aplicações principais seria no setor médico. Poderia servir para um aparelho de monitoramento medindo pressão arterial, temperatura corporal e frequência de batimentos cardíacos sem a preocupação com baterias.

O gráfico mostra o funcionamento da geração de energia. (Imagem: Divulgação)

Ranking de sustentabilidade de aparelhos eletrônicos

Por pontocom às 16h39 de 01/11/2010

O Greenpeace atualizou a lista das empresas de eletrônicos, como computadores, celulares, televisões ou videogames, mais sustentáveis, de acordo com a política da empresa em relação ao uso de químicos, à reciclagem e às mudanças climáticas. Confira:

1. Nokia: a empresa tem uma política de uso de químicos forte e aboliu o PVC desde 2005. Mesmo assim, ainda usa outras substâncias.
2. Sony Ericsson: tem a melhor pontuação na administração de químicos, pontuando a nota máxima nesse critério.
3. Philips: sues produtos também são livres de PVC, mas a empresa ainda utiliza outras substâncias consideradas tóxicas.
4. HP: a HP subiu quatro posições desde o último ranking por retirar o PVC de seus produtos.
5. Samsung: melhorou a administração de químicos nos produtos e subiu da 13ª para a 5ª posição.
6. Motorola: parou de usar PVC apenas em parte dos produtos.
6. Panasonic: apesar de ter eliminado o uso de PVC, ainda usa outras substâncias químicas.
6. Sony: precisa ainda estabelecer prazos e projetos para eliminar o uso de várias substâncias químicas.
9. Apple: o maior problema é a clareza de informações sobre os próximos projetos de eliminação de químicos.
10. Dell: limita os programas de eliminação de químicos apenas para algumas linhas de produtos.
11. Sharp: diminuíu a emissão de gases do efeito estufa, mas ainda não apresenta um cronograma para eliminação de substâncias químicas dos produtos.
12. Acer: ainda não eliminou o uso de PVC e outras substâncias químicas.
13. Fujitso: diminuíu a emissão de gases do efeito estufa, mas não tem projetos ou datas para o uso de energias renováveis.
14. LG Eletronics: ainda não retirou o PVC de seus produtos.
15. Lenovo: melhorou na administração de substâncias químicas, mas ainda precisa diminuir a emissão de gases do efeito estufa.
16. Toshiba: perdeu pontos por não cumprir a meta de eliminação de PVC dos produtos e por não dar informações claras para o Greenpeace e consumidores sobre isso.
17. Microsoft: também não cumpriu a meta para eliminação de substâncias químicas dos produtos.
18. Nintendo: perde muitos pontos por ainda utilizar PVC e por ter desperdício de energia.

Guarda-sol que guarda energia

Por pontocom às 14h00 de 07/10/2010
Guarda-sol

O Solaris é um guarda-sol com placas fotovoteicas que armazenam energia solar para recarregar baterias. (Foto: Divulgação)

O Solaris é um guarda-sol equipado com painéis fotovoltaicos, capazes de utilizar a energia solar para recarregar aparelhos eletrônicos. Ao todo, são seis folhas retráteis que podem ser armazenadas facilmente. As tomadas ficam na base do equipamento.

O produto foi projetado por um trio de designers industriais, que acreditam que o Solaris pode ser um incentivo para as pessoas passarem mais tempo ao ar livre. Além disso, pensaram também em escolher uma fonte de energia renovável e em usar materiais duráveis e recicláveis.

Energia eólica não é algo muito fácil de ter em casa. O custo e o tamanho são alguns dos obstáculos.

Mas para tarefas menores, surgiu um solução. O Mini Wind Turbine Charger é um dispositivo que gira uma hélice enquanto você anda, corre ou passeia de bicicleta, e armazena energia.

Dispositivo gera energia enquanto usuário corre (Foto: Divulgação)

Dispositivo gera energia enquanto usuário corre (Foto: Divulgação)

Com a energia, é possível carregar equipamentos eletrônicos, principalmente em casos de emergência.

Para ter uma ideia, correr a uma velocidade de 15 km/h por 20 minutos, é suficiente para tocar músicas em um iPod durante 30 minutos.

O dispositivo vem com vários adaptadores, assim como acessórios para bicicleta.

O Mini Wind Turbine Charger custa 40 libras britânicas, cerca de 110 reais, e pode ser encontrado na Firebox.com.

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