Estamos todos de olho no trabalho escravo

Por Blog do Práticas às 10h14 de 20/01/2014
O trabalho escravo parece ser um problema distante de quem vive nas grandes cidades, coisa que só acontece no interior do Brasil, um país imenso e cheio de lugares de difícil acesso. Está mais do que na hora de mudarmos essa visão. Mesmo que o trabalho escravo ocorra longe dos nossos olhos, é preciso reconhecer a responsabilidade de cada um nessa história.

Além dos esforços governamentais e do poder judiciário no combate à escravidão, duas medidas importantes trouxeram a questão para perto do setor privado e dos escritórios das capitais. Uma delas foi a criação, em 2003, da “Lista Suja”, um cadastro de empregadores flagrados explorando pessoas em condição análoga à de escravatura, mantido em conjunto pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).

Quem entra nessa lista fica impossibilitado de receber financiamentos públicos e de diversos bancos privados, entre eles o Santander (saiba mais em nossa página sobre a análise de risco socioambiental). A segunda medida faz a conexão entre a “Lista Suja” e a cadeira de valor das empresas: integrantes do cadastro não podem fazer negócios com os signatários do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, do qual também fazemos parte. Criado em 2005, o acordo reúne companhias brasileiras e multinacionais que assumiram o compromisso de manter suas cadeias produtivas longe de quem utiliza esse tipo de mão-de-obra.

Sabemos que, quanto mais complexa é a rede de fornecedores de uma empresa, mais difícil é rastrear as condições em que seus insumos foram produzidos. Mas hoje é consenso que o empresário é o responsável legal por todas as relações trabalhistas de seu negócio. É preciso, portanto, analisar os pontos sensíveis da empresa, estabelecer regras contratuais claras a respeito do tema e estabelecer formas de fiscalizar periodicamente o que ocorre nas dependências dos prestadores de serviço. Aqui no Santander, por exemplo, todos os fornecedores classificados nos setores de alto impacto recebem visitas para a checagem das informações dadas durante o processo de homologação.

Isso significa que, antes de tudo, é preciso conhecer esse problema. No site da ONG Repórter Brasil há farto material sobre o tema e o Ministério do Trabalho e do Emprego também lançou, em 2012, um Manual de Combate ao Trabalho em Condições Análogas às de Escravo. Se você é empresário ou funcionário de uma empresa que não aderiu ao Pacto Nacional, clique aqui para saber como se tornar um signatário.

Se você também quer ver o Brasil livre desse problema, informe-se e faça a sua parte!

Gleice Donini de Souza
Analista de Desenvolvimento Sustentável

Somos todos responsáveis

Por Blog do Práticas às 11h43 de 08/01/2014
Em apenas duas décadas, a soma das riquezas geradas por todos os países do mundo cresceu mais de US$ 50 trilhões. Apesar de essa injeção monetária movimentar a economia e ser capaz de melhorar a vida de muitas pessoas, outros tantos cidadãos continuam às margens da sociedade, sem acesso até mesmo a itens básicos como saneamento e educação.

Para discutir os rumos que o planeta tem tomado, apoiamos o Instituto Akatu e o Worldwatch Institute Brasil na produção da edição brasileira do relatório “Estado do Mundo 2013”.O documento, publicado em novembro deste ano, mostra que é preciso mudar com urgência o nosso comportamento, seja como produtor de riquezas, seja como consumidor.

Já no título da publicação surge a incômoda pergunta: a sustentabilidade ainda é possível?  Ao longo das páginas,  governos, empresas e sociedade são questionados por sua responsabilidade na definição das mudanças que precisam ser implementadas o quanto antes e são apresentadas medidas a serem adotadas caso a gente não consiga fazer essa transição a tempo.

Uma das questões mais importantes apontadas pelo relatório é o aquecimento global. Se não chegarmos logo a um compromisso coletivo para a redução das emissões de gases de efeito estufa, precisaremos enfrentar problemas cada vez maiores como, migrações, mudanças na forma de produzir alimentos e eventos climáticos extremos.

Esse é apenas um exemplo dos muitos temas que impactam diretamente a economia e as populações de todos os países. Aqui no Santander, estamos atentos a isso e constantemente avaliamos nosso papel na promoção do desenvolvimento sustentável.

Hoje já nos posicionamos entre os maiores financiadores de projetos de energia renovável. Só no Brasil participamos da construção de 17 parques de energia eólica. Também financiamos projetospara a redução dos impactos ambientais de empresas de todos os portes e, desde 2008, trabalhamos para a redução das emissões resultantes de nossas atividades.

Em 2013 também lançamos o Reduza e Compense CO2, um programa que permite que qualquer pessoa compense suas emissões comprando créditos de carbono. Afinal, mesmo nós, cidadãos, também devemos fazer a nossa parte, avaliando o impacto das ações cotidianas.

Para saber mais sobre o relatório acesse http://www.akatu.org.br/Content/Akatu/Arquivos/file/EstadodoMundo2013web.pdf. Como consumidores, formadores de opinião e indutores de mudança podemos fazer muito com nossas atitudes. Então vamos começar 2014 nos informando para fazer mais!

Carolina Learth

Gerente de Desenvolvimento Sustentável e Mestre em Tecnologias Ambientais pelo IPT – Instituto de Pesquisas Tecnologicas de SP

Até que ponto o consumo traz felicidade?

Por Blog do Práticas às 17h08 de 16/12/2013

No dia 20 de agosto, já estávamos no vermelho. Naquele mês, já havíamos consumido todos os recursos naturais previstos para 2013. Essa data pode até ser uma novidade para você, mas há muito tempo sabemos que o nosso modelo de consumo desenfreado não é nada sustentável. Por isso, é importante refletir sobre até que ponto o que você compra tem contribuído para sua realização pessoal.

Neste ano, apoiamos o Instituto AKATU numa pesquisa chamada “Rumo à sociedade do bem-estar”. Um dos focos do estudo foi descobrir se o consumo traz felicidade às pessoas. Segundo o relatório, os brasileiros têm valorizado mais as experiências de vida, saúde e convivência com familiares do que os bens materiais. Apenas três em cada dez entrevistados responderam que a felicidade está diretamente relacionada ao dinheiro e às compras.

A maioria dos consumidores também está mais inclinada ao caminho da sustentabilidade do que às pressões da sociedade do consumo. E, talvez por isso, cada vez mais pessoas tenham ouvido falar do tema. Enquanto, em 2010, 44% da população conhecia o conceito, agora, mais de 60% dos brasileiros reconhecem o significado da palavra.

No Santander, procuramos traduzir esses anseios da sociedade em práticas. Valorizamos e reconhecemos funcionários que vêm trilhando o caminho da sustentabilidade e trabalhamos internamente pelo consumo consciente de recursos e para mitigar os impactos de nossas operações nas mudanças climáticas do planeta. Além disso, nos preocupamos também com a saúde financeira de nossos clientes ao oferecer orientação e ferramentas para o planejamento pessoal, como um curso online, jogos, cartilhas e planilhas. Afinal, o consumo excessivo e por impulso pode atrapalhar a construção de um patrimônio, a realização de sonhos e a aposentadoria, além de gerar grande estresse familiar.

A pesquisa diz – e todos nós podemos perceber – que as pessoas não querem trabalhar mais para, simplesmente, consumir mais. Estamos em busca do nosso “ponto ótimo”, no qual há o equilíbrio entre o consumo – que leva ao bem-estar , o esforço necessário para isso e a preservação dos recursos humanos e ambientais.

Que tal aproveitar este final de ano para pensar no assunto? Mas faça essa reflexão antes de sair às compras! Você pode aproveitar para começá-la agora mesmo no curso online da Vida Financeira[MM11] .

Boas festas!

Karine Siqueira Bueno

Superintendente de Desenvolvimento Sustentável, do Santander

Iniciamos hoje a 12ª campanha de mobilização de recursos para o programa Amigo de Valor, uma iniciativa criada pelo Santander para promover a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Baseado no ECA, o programa fortalece os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e facilita o direcionamento de recursos do IR devido diretamente aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente. Isso significa que, sem gastar nada, pessoas físicas e jurídicas podem contribuir para que meninos e meninas tenham melhores condições de vida.

Temos orgulho em dizer que esse é um dos maiores programas de arrecadação e mobilização da sociedade brasileira. Milhares de funcionários e clientes do Santander têm participado todos os anos. Em outubro, finalizamos a campanha com nosso público interno e tivemos um excelente resultado: 31 mil participantes (61% do nosso quadro!) e R$ 4 milhões arrecadados.

Desde 2002, direcionamos mais de R$ 63 milhões para 139 municípios e apoiamos 430 iniciativas sociais, espalhadas por todo o país – o que representa a melhoria na qualidade de vida de mais de 43 mil crianças e adolescentes.

Os municípios apoiados são escolhidos por meio de um processo seletivo realizado a cada três anos. Nesse sentido, o ano de 2013 foi bastante especial para a nossa equipe, pois marcou o encerramento de um ciclo, pelo qual beneficiamos 47 municípios, como Indiara (GO), Brumado (BA) e Capela (AL), que registravam um histórico de alta vulnerabilidade social, caracterizado por questões como violência doméstica, uso de drogas e atos infracionais entre as crianças.

Ao mesmo tempo, iniciamos o processo de seleção de novos municípios, que considerou, entre outros fatores, o número de habitantes e seus indicadores sociais. Para o ciclo que começa agora, outras 56 cidades foram selecionadas e, com a ajuda dos funcionários e clientes do Santander, esses locais receberão recursos financeiros e técnicos (capacitação e apoio especializado) para a realização de um diagnóstico municipal sobre a situação das crianças e dos adolescentes e a estruturação de uma política local de atendimento a esse público.

De 4 a 22 de novembro, procure seu gerente e junte-se a nós! Acesse a página do Amigo de Valor para saber mais, conhecer os projetos apoiados e acompanhar sua execução. As crianças e os adolescentes ganham uma oportunidade, e você, a chance de fazer parte disso.

Emanuelle Magno O. Amaral

Gerente de Recursos Humanos

Professores, instrumento para o desenvolvimento

Por Blog do Práticas às 12h32 de 14/10/2013

 “Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.” As palavras da poetisa brasileira Cora Coralina revelam sutilmente uma das alegrias da educação: transmitir o conhecimento ao outro e fazer desse caminho uma preciosa e rica experiência. Mas, para que esse processo educacional torne-se ainda mais pleno, é preciso que a gente valorize personagens essenciais dessa história: os professores.

Essa é uma causa de todos que acreditam que é possível construir uma sociedade mais justa e sustentável por meio da educação. Por isso, esse é um dos principais focos do Santander em sustentabilidade.

No Programa Educação Infantil, criado em 2011 em parceria com o MEC, trabalhamos para aprimorar a qualidade da educação oferecida a crianças de 0 a 5 anos. Oferecemos capacitação para profissionais que atuam em unidades de creche e pré-escola construídas com recursos do PROINFÂNCIA. Já são 125 unidades atendidas, mais de 13 mil crianças beneficiadas e mais de mil profissionais participaram do projeto. E, neste ano, criamos o Programa Saber, por meio do qual investimos na atualização dos educadores que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental.

Já no ensino superior, temos o Santander Universidades, um reconhecido programa de apoio a alunos, professores e pesquisadores presente em 20 países. Até hoje, os investimentos em bolsas de estudo, premiações e parcerias somam R$ 2,8 bilhões no mundo todo.

Uma das iniciativas que integram o Santander Universidades é o Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade, um concurso que convida docentes a inserir a sustentabilidade em sala de aula, incluindo o tema em disciplinas obrigatórias da graduação. A partir de novembro, vamos abrir as inscrições para a segunda edição. Se você é professor, fique atento e aproveite para conhecer o trabalho dos vendedores da última edição ! Se não é, mas conhece algum, espalhe a novidade.

Feliz Dia dos Professores!

 

Amalia Sangüeza Pardo

Gerente de Desenvolvimento Sustentável

Menos carros, mais mobilidade

Por Blog do Práticas às 10h21 de 09/10/2013

Hoje, o trânsito é um dos principais desafios enfrentados por quem mora nas grandes cidades. Para estimular uma reflexão acerca desse problema, foi criado o Dia Mundial Sem Carro, comemorado em 22 de setembro. A ideia é que, ao menos nessa data, os motoristas experimentem formas alternativas de mobilidade, descobrindo que é possível se locomover pela cidade sem usar o automóvel.

Aqui no Santander, acreditamos que o estímulo à mobilidade urbana não deve acontecer apenas em datas especiais. Por isso, criamos soluções práticas, que contribuem para o bom funcionamento da cidade de São Paulo. Apenas na Torre Santander, localizada às margens do Rio Pinheiros, são mais de 7 mil pessoas circulando diariamente. E pensando justamente no impacto de nossas ações no ambiente urbano, criamos algumas saídas que, se adotadas em grande escala, contribuem muito para a redução do trânsito na cidade e a qualidade de vida das pessoas.

  • Construímos um bicicletário, que hoje conta com 90 vagas e já está sendo ampliado para 120. Criamos uma infraestrutura completa, com vestiário, armários, sala de alongamento e equipamentos básicos para manutenção. Tudo para garantir o conforto dos funcionários que optam por esse tipo de transporte.
  • Criamos um sistema que estimula a troca de caronas entre os nossos funcionários com um desconto de 50% no valor do estacionamento. Atualmente, são 316 grupos, com 629 funcionários participantes.
  • Disponibilizamos 43 ônibus fretados e estimulamos o uso de táxis compartilhados.
  • Os horários de trabalho foram flexibilizados, para que nossos funcionários tenham a opção de não transitar durante o horário de pico. A entrada pode ser feita entre 7h e 10h da manhã e a saída entre 16h e 19h.
  • Para evitar deslocamentos, oferecemos diversas opções de serviços, como academia, lojas, salão de beleza, mecânico e atendimento médico e odontológico em nosso próprio prédio. Instalamos salas de teleconferência e equipamentos de conference call para diminuir as viagens de executivos.

Com todas essas ações pretendemos tirar mais 2 mil veículos das ruas paulistanas e contribuir para a meta de, até 2015, reduzir 20% das as emissões de CO₂ do Grupo Santander.

Para reforçar nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, participaremos no dia 19 de setembro do Seminário Internacional sobre Mobilidade Corporativa, que acontecerá em nossa sede. O evento integra a Virada da Mobilidade, que acontece de 12 a 22 de setembro e faz parte do projeto “Construindo Cidades Sustentáveis e com Qualidade de Vida na China, na Índia e no Brasil”, do WRI (World Resources Institute). Na ocasião, o diretor de sustentabilidade do Santander, Carlos Nomoto, compartilhará a nossa experiência nessa área. Convido todos vocês a conhecerem mais sobre esse trabalho clicando aqui.


Edmar Cioletti
Superintendente de Serviços, Recursos Corporativos


							

Construir respeitando as pessoas e o meio ambiente

Por Blog do Práticas às 11h59 de 09/09/2013

Desde que decidimos implantar o novo Data Center do Santander em Campinas (SP), tínhamos um objetivo a ser alcançado: um prédio sustentável desde a sua construção até o seu funcionamento. Há quase dois anos, quando iniciamos o planejamento para as obras que ergueriam o centro de tecnologia do Banco, começamos a investigar os impactos das nossas ações na região.

Nesse levantamento, contemplamos preocupações com o meio ambiente, com a eficiência energética e, sobretudo, com as pessoas que vivem ao redor. Antes de iniciar as obras, procuramos as empresas e associações da vizinhança e abrimos um canal diálogo para comunicar o início da construção, ouvir suas preocupações e mitigar os problemas antes mesmo que eles aparecessem. Com isso, traçamos um panorama e descobrimos quais eram os problemas que poderiam causar entraves durante a execução de nossas obras.

Descobrimos, por exemplo, que a vibração do solo, ocasionada pela nossa construção, poderia interferir nos resultados das pesquisas do Laboratório Nacional de Luz Sincrotron, localizado bem próximo ao terreno do Santander. Diante do problema, alteramos o sistema de estaqueamento do solo e adaptamos nosso cronograma, pois nos comprometemos a interromper os trabalhos nos períodos em que as pesquisas estivessem em andamento.

Outro vizinho do nosso terreno é o Hospital Infantil Boldrini, que trata de crianças e jovens com câncer. Para evitar que os ruídos e a sujeira incomodassem os pacientes, construímos barreiras de som e ampliamos o controle de poeira, regando o terreno várias vezes ao dia.

Também estudamos uma logística para evitar que nossos veículos interferissem nas vias da região. Criamos um recuo dentro de um terreno da Natura para que os caminhões não parassem na pista para chegar à obra, colocando outros veículos em risco.

Para evitar contribuições ao agravamento das enchentes que ocorrem no local, mantivemos 85% uma da área permeável e plantamos cerca de 25 mil árvores nativas da região. Com isso, demos vida a um corredor ecológico, que permitirá à fauna circular entre as matas e o lago da Unicamp.

A nossa equipe também se preocupou em planejar um prédio inteligente. Medidas bem estudadas diminuirão em 40% o uso da energia e da água destinadas à refrigeração – um item essencial para o funcionamento do Data Center.

Com essa iniciativa, demos um enorme passo em direção a uma gestão empresarial mais transparente e responsável, que leva em conta os impactos das nossas ações no meio ambiente e na sociedade. Além de resolver possíveis problemas que poderiam surgir ao longo das obras, com esse diálogo, encontramos respostas e entendemos as diferentes dinâmicas de funcionamento dos grupos com os quais nos relacionamos. Ao abordar os públicos de relacionamento e abrir um canal de diálogo, criamos uma relação ética e saudável com as comunidades que nos cercam, construindo uma reputação positiva para a empresa e engajando esses stakeholders. Para saber mais sobre Construção Sustentável, confira nossa apresentação.

Pedro Ricardo Gloeden Fogolin

Superintendente de Missão Critica

Liderança para a sustentabilidade

Por Blog do Práticas às 16h45 de 28/08/2013

 

Entre os dias 3 e 5 de setembro, participaremos de um dos eventos mais importantes sobre sustentabilidade do Brasil, a Conferência Ethos . O encontro deste ano tem como tema Negócios Sustentáveis e Responsáveis: Oportunidades para as Empresas e o Brasil e está dividido em oito módulos de debates. Entre eles está o Conversa de Líderes , fruto de uma parceria do Santander com o Instituto Ethos.  

A cada dia da Conferência Ethos 2013, vamos abordar um tipo de liderança empresarial:

3/9: Liderança feminina para a sustentabilidade – Diversos estudos têm mostrado que há uma relação clara entre o acesso das mulheres a cargos de liderança e o desempenho financeiro de empresas. Além disso, o número de mulheres empreendedoras tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Um exemplo disso aqui, no Banco, é a Santander Microcrédito – quase 70% dos micro e pequenos empreendedores atendidos por nossos agentes são mulheres. Para debater o assunto, convidamos Sônia Regina Hess, Presidente da Camisaria Dudalina, e Celina Carpi, Membro do Conselho de Administração da Libra Holding.

4/9: Diálogo com Presidentes de Conselho de Administração – Nessa mesa, debateremos o papel dos Conselhos de Administração na inclusão da sustentabilidade na estratégia da companhia. Celso Giacometti, Vice-Presidente do Conselho de Administração do Santander, é um dos convidados para a discussão. Também participarão José Luciano Penido, Presidente do Conselho de Administração da Fibria, Luiz Ernesto Gemignani, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Promon, e Sérgio Mindlin, Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos.

5/9: Diálogo com CFOs – Outras medidas de mensuração do sucesso, que vão além do desempenho financeiro de uma empresa, têm sido discutidas. O CFO tem condições de avaliar os impactos que as decisões tomadas pela diretoria podem causar ao longo do tempo e cada vez se torna mais importante que esse profissional esteja atento ao desempenho social, ambiental e ético do negócio em suas análises e demonstrações. Como os CFOs podem colaborar para os avanços na avaliação de resultados, demonstrando uma visão mais completa e precisa sobre a gestão e o desempenho das empresas? Convidamos para compor essa mesa de debate: Carlos Alberto López Galán, Diretor Financeiro, Vice-Presidente Executivo e Diretor de Relações com Investidores do Santander, Roberto Pedote, Vice-Presidente de Finanças e Jurídico da Natura, e Othon Tavares de Almeida, líder do CFO Program Deloitte.

Como você pode ver, o objetivo é debater quão lucrativos podem ser os negócios sustentáveis e avaliar medidas práticas para a aplicação da sustentabilidade nos negócios.

Venha participar dessa conversa e dar sua contribuição. Para participar da Conferência Ethos, inscreva-se no site do evento .

 

Carlos Nomoto

Diretor de Sustentabilidade

 

Manter-se ativo na terceira idade é valorizar a vida

Por Blog do Práticas às 12h06 de 13/08/2013

Para mim, o Talentos da Maturidade é muito mais do que um simples concurso cultural. Costumo dizer que esse prêmio foi a cereja do bolo da minha vida e me fez uma pessoa ainda mais completa e realizada. Na última edição, tive o prazer de ser uma das vencedoras, na categoria Fotografia.

Por meio do Talentos, vi muitos amigos descobrindo o prazer de uma vocação artística até então adormecida e, por isso, aguardava ansiosamente a minha vez. Sempre quis participar, porém não tinha idade para inscrever um dos meus trabalhos.

Resolvi aproveitar o tempo e começar a me preparar! Em 2008, me matriculei em um curso de fotografia digital. Trabalhei por muitos anos com registros fotográficos em cirurgias, e então, nessa oportunidade, resolvi redescobrir meu olhar. As lentes profissionais e científicas ganharam um novo valor, repleto de significados e esmero.

Durante esse tempo, fiz diversos ensaios e, quando completei 60 anos, me inscrevi no concurso. Escolhi uma das fotos mais incríveis que já produzi, que era capaz de despertar uma gama incontável de sentimentos. Em “Cabeça nas nuvens”, retratei uma vitrine de vestidos de noiva com a matriz da pequena cidade de Socorro, no interior de São Paulo, refletida no vidro que protegia a loja.  Busquei com cuidado um enquadramento interessante e consegui revelar de maneira poética a falta de seriedade das pessoas diante do casamento.

Sempre acreditei que a arte ativa diferentes partes do nosso cérebro e nos faz pessoas mais inteligentes e dinâmicas. Quando me inscrevi no Talentos, fui avaliada por uma banca julgadora composta por experientes profissionais, ligados às artes e à fotografia. Mas, além de ganhar um prêmio, recebi uma recompensa muito maior. Percebi que manter-se ativo na terceira idade é valorizar a vida. E isso supera qualquer valor monetário.

Se você tem 60 anos ou mais e tem talento na área das Artes Plásticas, Literatura, Música Vocal, Fotografia ou Dança de Salão, não perca esta chance. Inscreva o seu trabalho no site do concurso até dia 30 de agosto!

 

Lina Bandiera

Vencedora do Talentos da Maturidade 2011, categoria Fotografia

Inovação e sustentabilidade em sala

Por Blog do Práticas às 12h22 de 25/07/2013

Tenho, a cada dia, mais orgulho de ser professor. Sei que por meio da minha profissão posso mudar a vida das pessoas e colaborar para o surgimento de uma sociedade ainda melhor. Pensando assim, desenvolvi uma metodologia para ministrar a disciplina de Análise Estatística na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), tendo a sustentabilidade como base.

Propus que os alunos criassem indicadores personalizados, considerando o impacto de seu estilo de vida e padrões de consumo no meio ambiente. Alguns estudantes pesquisaram a quantidade de água usada no banho, outros o carbono liberado durante a respiração e outros a quantidade de bauxita consumida na produção de latinhas de cerveja.

Dessa forma, estimulei o aprendizado e transformei o “aluno comum” em um “aluno pesquisador”! Foi uma inovação que rendeu resultados positivos e que tenho aprimorado a cada semestre.

Inscrevi essa proposta no Santander Práticas de Educação em Sustentabilidade e tive a felicidade de ser um dos vencedores do desafio. Como prêmio, ganhei um curso de empreendedorismo na Babson College, em Boston, nos Estados Unidos – do qual voltei recentemente.

Em uma semana de imersão, discutimos temas que envolvem o empreendedorismo e a forma como aplicamos esses conceitos durante as aulas. Em reunião com os outros professores brasileiros que faziam o curso, surgiu a ideia de criar uma associação, que será responsável pela organização de ciclos de formação e palestras sobre empreendedorismo com foco em práticas sustentáveis, em diferentes estados do Brasil. Com o apoio da Babson College, já criamos um estatuto da associação. Agora estamos finalizando os detalhes e pretendemos lançar a proposta oficialmente já no segundo semestre de 2013.

Eduardo Jara

Professor da UDESC e um dos vencedores do Santander Práticas de Educação em Sustentabilidade

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@equipesantander
O blog do Práticas é um conteúdo do Espaço de Práticas em Sustentabilidade, uma iniciativa que visa compartilhar o aprendizado em sustentabilidade do Santander com a sociedade por meio de conteúdos como o Blog do Práticas, Cursos Online, Videochats, Banco de Práticas e a TV do Práticas. Os post do blog são escritos por funcionários e parceiros de diversas áreas do Santander e visam promover a troca de ideias e informações sobre o tema com a sociedade.
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