Outra forma de viajar

Por Blog do Práticas às 12h25 de 20/07/2012
Muito do que aprendi no Banco, nesse primeiro ano de estágio, já faz parte da minha vida. Estou saindo de férias e faço questão de ser um turista mais sustentável.

Meu entendimento do papel do turismo para o desenvolvimento sustentável começou no ano passado, quando fiquei um mês estudando inglês na Cidade do Cabo, na África. Aos poucos fui me envolvendo com a comunidade local e passei a ajudar um projeto social que trabalha com crianças soropositivas. Percebi que o alojamento onde eu estava tinha coleta seletiva de lixo e era abastecido por energia solar. Além disso, em Cabo da Boa Esperança, uma das reservas naturais que conheci, aprendi sobre a importância da preservação ambiental. Foi uma experiência que, sem dúvida, ampliou meus horizontes.

Quando entrei no Santander, essa visão de mundo, mais preocupada com o outro e com o planeta, só aumentou. Percebi que a sustentabilidade é algo muito mais complexo e grandioso. Ela vai além do meio ambiente.

Agora, enquanto preparo minhas malas rumo ao Rio de Janeiro, fico pensando que, dessa vez, já saio de casa com planos mais consistentes. Vou ficar em uma pousada comprometida com as questões socioambientais e farei passeios nos quais eu possa ter contato com as pessoas e conhecer, de verdade, a cultura local. Também darei ainda mais atenção as minhas atitudes: ao pagamento justo pelos serviços e produtos; ao uso responsável dos recursos naturais; e na volta quero dividir essas experiências com meus amigos e minha família.

Se você também quer praticar o turismo sustentável nas férias, uma boa dica é a apresentação que desenvolvemos sobre o tema e que está disponível para download aqui no Espaço de Práticas. Há ainda um vídeo divertido produzido pelo videologger Dennis Lee que ajuda bastante.

Até a volta!

Dellius Fernandes
Estagiário da Diretoria de Desenvolvimento Sustentável

Cidades criativas: um ótimo destino para as férias

Por Blog do Práticas às 14h11 de 16/07/2012
Para aproveitar bem as férias, nada melhor do que fazer algo diferente, que traga novas referências culturais, ajude a renovar as energias, descansar o corpo e voltar para casa e para o trabalho com outra postura diante dos desafios. Pensando nisso, quero te fazer um convite: que tal visitar uma cidade criativa nestas férias?

As cidades criativas são lugares onde as oportunidades criativas para resolução de conflitos se ampliam, o que pode resultar em uma qualidade de vida cada vez melhor. De acordo com Ana Carla Fonseca Reis, especialista no tema, inovação, conexão e cultura são as três características básicas para definição de uma cidade criativa.

Paraty, no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, é uma cidade criativa. Povoada em meados do século XVI, embora já contasse com uma paisagem natural exuberante e casarões históricos, conseguiu posteriormente encontrar uma nova maneira de atrair visitantes e alavancar sua economia. Ao realizar, em 2003, a primeira edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), a cidade abriu ainda mais suas portas para o mundo, fortaleceu-se como um polo cultural e hoje recebe diversos outros festivais de música, gastronomia, entre outros temas.

A FLIP deste ano acabou de acontecer. Se você não teve a oportunidade de ir até lá, não se preocupe, há muitos outros destinos para conhecer. O Santander apoia o projeto Criaticidades, que traz exemplos práticos e bem-sucedidos de cidades, no Brasil e no mundo, que conseguiram bons resultados em buscar novas alternativas de desenvolvimento econômico, como Paraty.

Para entender um pouco mais sobre o conceito, você também pode baixar o livro Cidades Criativas – Perspectivas a obra traz a visão de 18 especialistas sobre o tema e exemplos de cidades criativas.

Gostou da ideia? Escolha seu destino, arrume as malas e boa viagem!

Piatã Stoklos Kignel
Coordenador de projetos culturais do Santander Brasil

Rio+20: uma experiência inesquecível

Por Blog do Práticas às 11h08 de 06/07/2012
Estive presente em um momento histórico. Não me importo em parecer clichê ao dizer isso. Participar da Rio+20 foi, com certeza, uma daquelas oportunidades únicas e pra lá de especiais que a vida nos oferece.

Passei quatro dias no Rio de Janeiro e vi de perto grandes pensadores que admiro há tantos anos, como Ignacy Sachs, Muhammad Yunus e Stuart Hart. Apesar das críticas ao documento oficial final, tenho de dizer que voltei para São Paulo muito inspirada e esperançosa depois de ver tantas pessoas defendendo suas causas e discutindo um futuro sustentável para o planeta.

Nos dois primeiros dias, participei do “Rio+20 Corporate Sustainability Forum”, promovido pelo Pacto Global. O Banco foi um dos patrocinadores do evento e promoveu um Talk Show sobre os mecanismos de mensuração e valorização da biodiversidade. Paulo Branco, do GVCES, moderou o bate-papo entre Pavan Sukhdev, economista indiano; Fabio Feldman, consultor e ambientalista; José Luiz Penido, presidente do conselho de administração da Fibria Celulose; e Malu Pinto, diretora executiva da Diretoria de Desenvolvimento Sustentável do Santander Brasil.

A fala de Sukhdev, principal autor do estudo “The Economics of Ecosystems and Biodiversity” (TEEB), foi especialmente provocativa, ao dizer que o poder da mudança está nas mãos da sociedade e não apenas dos governantes.

O meu terceiro dia de Rio+20 foi dividido em duas partes. Pela manhã cuidei da produção do bate-papo online com Tasso Azevedo, empreendedor social e consultor na área de florestas e mudanças climáticas. Essa conversa com os internautas do Espaço de Práticas em Sustentabilidade foi muito interessante, pois o especialista conseguiu transmitir suas impressões referentes aos debates dos quais estava participando e tirar dúvidas do público sobre esse grande evento.

À tarde, estive na conferência “Ecological Economics and Rio+20: Challenges and Contributions for a Green Economy”, promovida pelo International Society for Ecological Economics. Ouvi Ignacy Sachs, economista e professor da École des Hautes Etudes en Sciences Sociales EHESS, em Paris, Jigmi Y. Thinley, primeiro-ministro do Butão, e Mathis Wackernagel e William Rees, vencedores do Kenneth E. Boulding Memorial Award 2012. De diferentes maneiras, suas falas deixaram a mensagem afirmando que o avanço da sustentabilidade não é um problema técnico, mas de vontade política.

Passei meu último dia no Riocentro, bem ali, próximo ao local onde estavam os chefes de Estado. Acompanhei a plenária “Young people in the cycle of sustainable development”, aberta por Ban Ki-moon e com a participação de Muhammad Yunus, Jeffrey Sachs e Marina Silva. Uma frase da Marina me atraiu muito a atenção. Segundo ela, o que deveria mover o mundo não é a ambição, mas sim os compromissos. E eu pensei: “É isso!”.

Enfim, não encontro palavras para dizer o quanto toda essa experiência me fez crescer como pessoa e profissional.

seção Especial Rio+20 ficará disponível na aba “Cursos Online”. Aproveite para conhecê-la!

Gleice Donini de Souza
Analista de Desenvolvimento Sustentável

Formação para sustentabilidade

Por Blog do Práticas às 15h54 de 29/06/2012
A disciplina Formação Integrada para Sustentabilidade (FIS) é, com certeza, a experiência mais inovadora que já vivenciei como aluna de graduação da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). Lá passei por um processo de desconstrução de padrões que me fez ver o mundo com outros olhos, com toda a dificuldade e beleza que a diversidade de opiniões e percepções nos oferece.

O FIS é uma matéria optativa, na qual são apresentados dois projetos que acontecem simultaneamente: um visa ao crescimento individual do aluno, enquanto no outro, o aluno desenvolve uma proposta de gestão a partir de um caso de uma empresa real. Como parte do processo de aprendizagem, também foi feita uma viagem a campo onde tivemos a oportunidade de conhecer quem vive na prática o problema estudado.

O desafio da minha turma foi criar uma política de gestão e desenvolvimento de fornecedores para o setor da mineração, orientada a partir das premissas da sustentabilidade. Para tanto, fomos até Minas Gerais e Goiás conhecer unidades de empresas mineradoras, conversar com fornecedores e com as comunidades locais. A viagem foi marcante e o grupo ficou mais próximo na medida em que íamos nos aprofundando no tema.

Em Minas Gerais, visitamos uma mineradora instalada no centro da cidade de Paracatu. Também tivemos a oportunidade de conversar com o bloco cultural local, que chamou a atenção pelo fato de propor a discussão de temas polêmicos e falar sobre sustentabilidade com a população, sempre de maneira lúdica e a partir da música. Foi um encontro muito alegre e que nos agregou muito. No município de Vazante, conversamos com a secretária da Educação, que comentou sobre a complexa relação entre uma indústria e as comunidades locais adjacentes.

No último dia, em Pirinópolis, no interior de Goiás, fomos ver o sol nascer e depois praticar ioga. Isso ajudou no processo de digestão de todas as informações e sentimentos que colhi ao longo da viagem, e foi o que me fez começar a indagar sobre o nosso papel na Terra.

O FIS me proporcionou momentos que vão ficar na memória para sempre. Essa experiência resgatou o que eu achava que havia perdido: acreditar no potencial de transformação do ser humano. Se eu pudesse fazer uma comparação entre essa experiência e uma das obras de Guimarães Rosa, diria que no FIS estamos, todos juntos, buscando alcançar a terceira margem do rio, um mundo mais viável para todos.

Para saber mais sobre a eletiva da FGV e conhecer projetos de outros semestres, acesse:www.fgv.br/fis

Gabriela Carpinelli
Estagiária da Diretoria de Desenvolvimento Sustentável do Santander

O ensino da sustentabilidade precisa ser transversal

Por Blog do Práticas às 13h24 de 25/06/2012
Venho observando um aumento significativo na quantidade de instituições de ensino superior que se preocupam em formar estudantes com conhecimento e habilidades voltados para a sustentabilidade. E isso é muito positivo.

Na minha opinião, a discussão ainda é muito incremental e, geralmente, não atinge um ponto fundamental no ensino da sustentabilidade: a transversalidade. Por isso, foi tão interessante participar do videochat com os professores do concurso Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade.

A oportunidade de conversar e responder as perguntas desses profissionais que estão trabalhando para inserir a sustentabilidade nos cursos de administração e economia pelo Brasil foi muito produtiva. Pude perceber que esses educadores desempenham um papel estratégico, pois muitas vezes parte deles o desenvolvimento de metodologias mais interativas, que estimulem a interdependência entre as disciplinas.

No videochat também conheci um pouco mais do Programa Metodista Sustentável e da disciplina de Formação Integrada para Sustentabilidade (FIS), da FGV, apresentado pela Érica Gallucci, que participou do bate-papo comigo. São iniciativas exemplares para todas as universidades que pretendem começar um projeto relacionado à sustentabilidade.

Por isso, convido a todos para assistirem ao vídeo do nosso bate-papo virtual e lerem o artigo“Educação para a sustentabilidade nos cursos de administração: reflexão sobre paradigmas e práticas”, que escrevi em parceria com alguns colegas. Temos aí uma boa fonte de inspiração para pensar como ensinar o tema. Boa leitura e boa prática!

Pedro Roberto Jacobi
Professor titular da Faculdade de Educação e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) da Universidade de São Paulo

Gestão da água: um plano para já

Por Blog do Práticas às 14h10 de 05/06/2012
Nesta data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, gostaria de conversar com vocês sobre um recurso natural essencial à vida: a água.

Na maior parte da minha trajetória no Banco, trabalhei diretamente com clientes pessoa jurídica. Foi a partir dessa relação tão próxima com as empresas, vendo diariamente a enorme quantidade de recurso hídrico necessário para viabilizar a produção de diversos setores – como alimentos, bebidas, indústria química e siderurgia –, que me trouxe a preocupação com a questão da água no planeta.

Nessas horas, não tinha como não pensar na seguinte questão: “Será que temos água suficiente para dar conta desse consumo gigantesco que se repete em diversos países?”. A resposta que encontrei para essa pergunta é que há água o bastante, como mostra a pesquisa do Challenge Program on Water and Food (CPWF), divulgada em 2011, mas a forma como utilizamos o recurso requer atenção.

Embora apenas 2,5% da água do planeta seja doce e somente 0,3% esteja a nossa disposição em rios e lagos, temos quantidade suficiente para atender nossa necessidade atual. No entanto, não podemos continuar usando esse recurso como fazemos hoje. Com o desperdício, a poluição e o constante aumento da demanda, vai faltar água para muita gente. Segundo a ONU, nesse ritmo, em 2050, 45% da população mundial sofrerá com falta de água.

Por isso, é urgente que indivíduos, governos e empresas façam uma melhor gestão deste recurso. O uso racional é essencial e há uma grande quantidade de equipamentos disponíveis no mercado: descarga dual flush, torneiras automáticas, sistemas de captação de água de chuva e muito mais. Todas essas soluções, aplicadas em conjunto, trazem resultados relevantes no processo cotidiano das companhias e indivíduos. A eficiência no uso da água será primordial.

Boas práticas também são importantes. Desde atitudes simples como evitar vazamentos até grandes iniciativas como implantar sistemas de reuso e tratamento de água nas empresas. Tudo isso é bom para o planeta, para nós, para o bolso e para os negócios, afinal, todas essas medidas também geram economia de recursos financeiros.

Aqui no Santander apoiamos os clientes que desejam fazer o uso racional da água por meio de financiamentos específicos para isso. Também nos preocupamos em difundir nosso conhecimento sobre o tema, inclusive para incentivar pessoas físicas a adotarem novas condutas no seu dia a dia. Por isso, preparamos uma apresentação de slides e um vídeo com conceitos, dados, práticas e referências para quem quer se aprofundar no assunto. Não deixe de conferir!

Linda Murasawa
Superintendente de Sustentabilidade do Santander

Procuramos jovens profissionais bem preparados e mais conscientes

Por Blog do Práticas às 11h21 de 01/06/2012
Recentemente, participei de um videochat, junto com Sofia Esteves, fundadora e presidente da Cia. de Talentos, e José Roberto Cavallin, consultor com ampla experiência em inserção da sustentabilidade na educação corporativa. Durante o bate-papo conversamos com os professores participantes do concurso Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade sobre o que o mercado procura no profissional do presente e do futuro.

Mediante minha experiência na área de recursos humanos, posso dizer com propriedade que os jovens profissionais, hoje em dia, assim como em minha época de estudante, consideram o aspecto financeiro em suas decisões, o que é muito importante, mas ainda ponderam muito pouco os impactos sociais e ambientais de suas escolhas. O que temos notado é que essa formação, orientada somente para o financeiro, pode dificultar o processo de encontrar profissionais com visão sistêmica, preparados para responder aos novos desafios que as questões do desenvolvimento sustentável representam para as empresas.

Embora cursos específicos de graduação sobre o tema desenvolvimento sustentável sejam importantes, tenho certeza de que a inserção transversal da sustentabilidade nas grades curriculares é o grande diferencial para formar os profissionais que queremos ter nas empresas. Buscamos pessoas com bom nível de autoconhecimento, capazes de dialogar e que possam uma visão sistêmica sobre as decisões que deverão tomar no seu cotidiano.

São todos esses fatores e constatações do nosso dia a dia que nos levaram a criar o concurso. Com ele, queremos incentivar os professores dos cursos de administração e economia a inserirem a sustentabilidade em sala de aula.

Sei que formar profissionais com esse novo olhar é um desafio e tanto, mas 250 professores toparam a ideia e se inscreveram no nosso concurso. Desses, 39 foram selecionados para a segunda fase e já estão aplicando suas propostas de sustentabilidade nos planos de ensino junto às turmas e participando de vídeo-chats como esse.

Considero este um momento muito especial aqui no Banco, pois estamos trabalhando junto com a universidade para mudar o patamar de consciência das pessoas. E, assim, participamos de uma transformação que vai além da nossa própria organização.

Confira o videochat, acompanhe o desenvolvimento do concurso. Esteja conosco nessa empreitada!

Maria Luiza Pinto
Diretora Executiva de Desenvolvimento Sustentável do Banco Santander

Vamos juntos para a Rio+20?

Por Blog do Práticas às 10h15 de 28/05/2012
Fiquei feliz com a forma como iremos participar da Rio+20. Trabalhamos com o tema há mais de 10 anos e não poderíamos deixar de participar da maior conferência sobre desenvolvimento sustentável do mundo. Acredito que este é um momento importante para discutir novos caminhos para o planeta e o bem-estar de quem o habita. Tínhamos de estar lá e estaremos.

Durante a Rio+20 circulará pelo Rio de Janeiro, em circuitos determinados, o ônibus híbrido desenvolvido pela COPPE/UFRJ, que tem como um dos patrocinadores o Santander. Movido a hidrogênio e com um motor de tração elétrica, o veículo representa uma alternativa altamente eficiente para o transporte coletivo, pois seu resíduo é composto apenas por vapor-d’água e seu motor não emite ruído.

Segundo informações da Agência Internacional de Energia (IEA), os transportes que utilizam combustíveis fósseis são responsáveis por 23% (6,7 bilhões de toneladas) das emissões globais de CO2, um dos gases causadores do efeito estufa. Portanto, a adoção de veículos híbridos significaria muito menos poluição para todos nós!

Outra iniciativa que apoiamos e está diretamente relacionada ao nosso negócio é a Conferência sobre Economia Ecológica, promovida pela Sociedade Internacional para Economia Ecológica (ISEE). Nesse evento, realizado de 16 a 19 de junho, economistas renomados, como Ignacio Sachs, Peter May, Ricardo Abramoway e Hugo Penteado, e profissionais de diversas áreas pensarão modelos econômicos mais condizentes com as necessidades da sociedade contemporânea.

Aqui, no Espaço de Práticas, temos o Especial Rio+20. Uma seção com infográficos e vídeos explicativos sobre a conferência, seus temas e informações a respeito da participação do Santander. Vale a pena conferir! É uma boa oportunidade de aprender um pouco mais sobre o evento mais comentado do momento e que já é um marco na história da sustentabilidade.

A transição para um modelo de desenvolvimento sustentável é fundamental para o futuro da humanidade.

Vem comigo. Fique por dentro da Rio+20!

Linda Murasawa
Superintendente de Sustentabilidade do Santander

Ler nunca é em excesso

Por Blog do Práticas às 11h41 de 11/05/2012
Gastei 900 horas nos últimos nove meses coordenando a produção do Relatório Anual 2011 do Santander. Foi um período intenso para garantir a qualidade das informações e, ao mesmo tempo, buscar formas de tornar o relatório uma ferramenta eficaz de diálogo com os públicos interessados. Tantas horas investidas não podem resultar em um material que fique restrito a alguns analistas.

Pensando nisso, este ano, incluímos vídeos sobre momentos importantes de 2011. É possível conhecer a história da Dona Cheila, por exemplo, cujo sonho de ter uma mercearia perto de casa, na comunidade de Heliópolis, tornou-se real. Eles podem ser acessados via beetagg – espécie de código de barras feito para ser lido pela câmera do seu celular. Para lê-lo você só precisa baixar um aplicativo na internet, abrir o programa e colocar o código em frente à câmera.

Outra novidade é a versão resumida do relatório, com 52 páginas, que também está disponível para tablet. Foi um grande exercício encontrar a dose certa para harmonizar os principais resultados, políticas e práticas do ano e mostrar como a sustentabilidade está presente no nosso dia a dia. Dessa forma, acredito que estamos no caminho certo sobre como um relatório anual deve ser.

Deixo aqui um convite à leitura. Os principais marcos do ano na história de uma organização podem servir de inspiração para qualquer um! Leia atentamente o nosso relatório nowww.santander.com.br/ri e aproveite para enviar sua opinião para relacoes.institucionais@santander.com.br.
Boa leitura!

Juliana Mayrink
Coordenadora de marketing de Relações com Imprensa e Instituições do Santander

Colocando a casa em ordem

Por Blog do Práticas às 10h35 de 03/05/2012
Embora o dia a dia fluísse muito bem e as metas estivessem sendo alcançadas, constatamos que o ambiente de trabalho poderia ser melhorado nas agências do Santander de todo o Brasil com métodos que gerassem uma maior organização.

Identificamos que os funcionários não sabiam muito bem como agir com os móveis e equipamentos sem utilização armazenados nos almoxarifados, muitos documentos sem uso e arquivos necessitando de maior organização. Era preciso orientá-los.

Por isso, paralelamente à implantação do Programa A+, relativo ao padrão de atendimento do Banco, optamos por desenvolver uma grande ação para colocar a casa em ordem.

Com a necessidade da rede, aliada à experiência do nosso Superintendente de Atendimento Marcio Lopes, optamos pela implantação do Programa 5S, composto por cinco passos simples, fáceis de transmitir e com uma grande capacidade de melhorar o ambiente de trabalho e contribuir para preservação ambiental. A base da ideia são os cinco sensos: de utilização, de ordenação, de limpeza, de saúde e segurança e de disciplina.

Para colocá-los em prática ajustamos o programa para a realidade do Banco Santander e treinamos a rede de agências. Trata-se de um conjunto de atitudes simples como eliminar o desnecessário, organizar os objetos para que qualquer pessoa o localize facilmente, manter o ambiente limpo, estar atento às questões de segurança e, claro, tornar tudo isso um hábito.

Um grande destaque desse projeto foi a preocupação de fazer adequadamente os descartes e doações, beneficiando a sociedade e sem prejudicar o meio ambiente. Os gerentes de cada agência foram autorizados a doar todos os equipamentos eletrônicos e móveis que já não eram mais utilizados para ONGs e escolas da comunidade do entorno, assim como encaminhar para reciclagem papéis e outros materiais recicláveis. Para viabilizar a ação, contamos com o apoio de profissionais de diversas áreas do Banco, como Sustentabilidade, Ação Social e Patrimônio.

Os funcionários do Santander abraçaram a ideia e se mobilizaram para implementar as ações propostas, transformando os ambientes das agências. Até agora, com o resultado de 87% das unidades contabilizado, já foram doados/descartados 33.699 móveis e equipamentos, 370 toneladas de materiais encaminhadas para a reciclagem e 68 toneladas de lixo não reciclável retiradas das agências.

De agora em diante, o trabalho será de manutenção dos benefícios alcançados com a ação.

Se você ficou interessado no assunto, aguarde. Em breve divulgaremos aqui no Espaço de Práticas os resultados finais do programa.

Alexandre Tofanin Pedroso
Gerente da Superintendência de Atendimento da Rede Comercial do Santander

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@equipesantander
O blog do Práticas é um conteúdo do Espaço de Práticas em Sustentabilidade, uma iniciativa que visa compartilhar o aprendizado em sustentabilidade do Santander com a sociedade por meio de conteúdos como o Blog do Práticas, Cursos Online, Videochats, Banco de Práticas e a TV do Práticas. Os post do blog são escritos por funcionários e parceiros de diversas áreas do Santander e visam promover a troca de ideias e informações sobre o tema com a sociedade.
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