SAVE … As FLORESTAS BRASILEIRAS

Por bernadete brandao às 21h15 de 28/04/2012

Todos nós somos responsáveis pelo planeta e temos a chave nas mãos para mudá-lo! Foi pensando neste potencial de mudança e a capacidade de tornar a vida “mais verde” que descreveremos em12 passos, formas de reduzirmos o impacto ambiental.

Projeto “Nutrindo o Planeta” (Nourishing the Planet) de Worldwatch Institute – WWI – publicado em 16 de janeiro de 2012.

São 12 passos, os quais pretendo comentar, um a um, para incentivar e apoiar as ações positivas que já estão como semente dentro de nós. A atitude começa no nível mais sutil da mente, a partir d sonhos e paisagens que vamos aos poucos criando, até que quando maduras, passam a ‘pipocar’ aqui e ali.!

1 Recicle.

2. Reduza o consumo de combustível fóssil.

3. Faça a mudança.

4. Reuse a embalagem de água.

5. Conserve água.

6. Diminua o ar condicionado.

7. Apoie a recuperação de alimentos.

8. Compre local, culturas indígenas.

9. Plante uma árvore

10. Plante um jardim

11. Faça compostagem de seu resíduo orgânico.

12. Coma menos carne, e de boa proveniência.

ANELLATA . Luminária feita com resíduos de tampa de lata

 

 

 

 

Bici ou Bike? Mobilidade nas cidades…

Por bernadete brandao às 0h15 de 20/07/2010

Mobilidade urbana sustentável

E já que o assunto passou por aí, vale comentar este ícone do design sustentável: Yike Bike.

Deixa eu explicar: ícone, porque representa a imagem de algo que já é reconhecido, no caso, a bike. E, propriamente é uma alternativa de solução em mobilidade sustentável que pode substituir um veículo que usa energia fóssil, e portanto, nisto já tem seu mérito. Emissão de carbono zero.

Uma das 50 melhores invenções do ano de 2009, pela Times

Design de Kevin Scott, de 21 anos, o produto foi empreendimento do engenheiro e inventor Grant Ryan, de Christchurch, Nova Zelândia. A bike é desmontável, atinge 25 km/h, pesa cerca de 10 kg e pode ser levada à tiracolo, liberando a necessidade de estacionamento. É feita em fibra de carbono, freios eletrônicos, luzes em led, produz 10 km a cada 40 minutos e exige recarga de bateria extra de 1kw.

Video de demonstração Yikebike, com o próprio designer. 1:54m

O produto inova por completo na forma de uso: dispensa o uso da força humana para pedalar – é elétrica, o guidão é trazido junto ao assento e utiliza o movimento do corpo para direcionar  para a esquerda e a direita_nisto é show! Num momento é tida como um triciclo,  mas utiliza a regulamentação de trânsito para biciletas na Nova Zelândia, e pode ser levado em ônibus, metrô e carro. Características no uso e forma: versátil, portável_ dobra e fecha em 15 segundos, uau!, compacta, leve, confortável, tecnologia moderna… No aspecto sustentável: é econômica, usa energia limpa, emissão de carbono zero.

Imagens de uso

Para maiores detalhes, veja também o vídeo com o próprio empreendedor. Legal mesmo é ver como chega em seu escritório, dobra o produto e liga na tomada quando está em sua mesa de trabalho. Super!

Grant Ryan e aspectos técnicos da Yike Bike

e.t:  esta é a dica do Sérgio Michalovskey, que atualmente é professor na Universidade de Vilha Velha, ES, e com quem tive grande prazer de estar, a convite, dando palestra para alunos interessadíssimos… Brigada Sérgio  `)

sustentar é

Por bernadete brandao às 20h38 de 01/07/2010




As diferentes perspectivas

Por bernadete brandao às 12h40 de 01/07/2010
Tudo depende do foco do olhar

Foto de J.Gill - Cadeia alimentar_natureza em contraste

Sustentabilidade tem a ver com o número de beneficiados a partir de uma ação.!

Tudo depende da forma como estamos olhando… Ao olharmos a flor, nos esquecemos de que é alimento para a abelha e os pássaros. É cobertura para pequenos insetos, é estrutura para a teia da aranha, e … armadilha para alguns outros desavisados. Ficamos apenas na beleza da sua forma: cor, perfume, desenho…

Há as diferentes perspectivas. O que é bom pra uns pode não ser para outros. Sustentabilidade tem a ver com as múltiplas dimensões de benefícios e com quantos níveis estão sendo beneficiados.

A natureza tem sabedoria, busca proporcionar o máximo para o maior número de seres, bom exemplo pra nós. Você já parou pra observar qual foi o benefício que criou durante o dia de hoje?

: ) {,

Design sustentável, pra quê?

Por bernadete brandao às 0h08 de 07/06/2010

Há muito nos perguntávamos – ‘pra que design’? Fiz faculdade no início de 80 e até hoje, de empresários a usuários, não se sabe responder…

- Digamos: para ‘facilitar as atividades de trabalho e ação, trazer bem estar e qualidade de vida as pessoas, planejar a produção, os materiais’, viabilizar, documentar e organizar a reprodução em série, criar linguagens estéticas e conexão com grupos psicográficos e outras coisinhas…

Será?  Daí alguém se pergunta sobre a necessidade de uma ‘escova de dentes que gira’ ou se ‘brinquedos com imagens do herói preferido deixam as crianças mais espertas ou não’…hummm. Será que não existem outras formas de valorizar o consumidor e tirar menos do planeta? Ou ainda, reconhecer  o que nos oferece generosamente?

Segundo pesquisa realizada em diversos países em 2006 pela FUTERRA _agência de comunicação ligada à coroa inglesa, somente 3% das pessoas discordava sobre a relação direta entre mudanças climáticas e o consumo e 80% dos consumidores estavam preocupados com a questão e não sabem como influenciar para melhorar isto. Destes, cerca de 7% são conscientes, no Brasil representam 5,5% (segundo AKATU), ou seja, consomem de modo coerente com a capacidade do planeta, e são mais envolvidos em questionar e perceber a sua responsabilidade compartilhada neste grande desequilíbrio, se perguntando como e o quê fazer para ajudar?

Segundo Lucy Shea, há três grupos de pessoas, potenciais consumidores, relacionando-os ao tema mudanças climáticas _e esta é uma importante notícia para o mercado e os designers:

  1. 35% são Pioneiros – tem motivação interna e uma ‘busca’ pelo correto. ficam satisfeitos em trabalhar ou aplicar a questão ambiental, e o fazem naturalmente. não se preocupam de serem ‘vistos como malucos’ por vezes.
  2. 44% são Prospectores – ou seja, são exploradores, gostam de novidade, tem motivação externa,  percepção externa por auto-estima, status.
  3. 21% restantes de Colonizadores. Tem valores ligados ao passado, ficam ansiosos com as mudanças do mundo, ‘antigamente era melhor…!’

Quando a questão se trata de ‘reciclar lixo’ por exemplo, o colonizador diz: – se a sociedade fizer, eu faço! Lucy conta que a Rainha da Inglaterra colocou painéis solares no palácio, e este grupo dizia_” se ela usar, eu uso!”. Já os prospectores, adoram os movimentos sociais, seguem a moda _ muitos mal observaram como usar os painéis, mas o colocaram ao lado direito na frente da casa, para ‘seguir’ exatamente o que rainha fez… só que muitas vezes, nem pegava sol (ou seja, tornava-se inútil)… E os pioneiros, estes são influenciados pelos pares, são éticos, fazem isto ‘pelo planeta’.

Assim, agora a pergunta mudou geral: – para que serve isto? É útil? Quanto tempo dura, gasta energia?  Qual é o seu impacto sobre a natureza e as pessoas?

Questões como esta sempre fez parte da reflexão do design, e hoje estão urgentes nos diálogos interdisciplinares com o mercado, o marketing e o uso inteligente da tecnologia e engenharia.

Este é o papel do design sempre, mas atualizado, design sustentável.! Claro que muda no uso dos critérios e modo de comprovar a pontuação sustentável.! Na missão está entre uma das funções, projetar/criar linguagens para ativar’ o potencial positivo de ação do consumidor, fazendo com que ele consuma melhor e beneficie através do seu consumo!

Comunicar/ativar consciência e atitude é um dos grandes desafios! Que tal projetar produtos pensando nos próximos 50 anos?

Susse…!